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Central Gospel Jovens e Adultos – 1º Trimestre de 2019 – 13-01-2019 – Lição 2: Mateus, o Evangelho do Reino

09/01/2019

Esse post é assinado por Ariel Soares

TEXTO BÍBLICO BÁSICO

Mateus 7. 21-23
​21 Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de me Pai, que está nos céus.

22 Muitos me dirão naquele Dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demônios? E,em teu nome não fizemos muitas maravilhas?

23 E, então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci, apartai-vos de mim, vó que praticais a iniquidade.

 

Mateus 18. 1-3

1 Naquela mesma hora, chagaram os discípulos ao pé de Jesus, dizendo: Quem é o maior no Reino dos Céus?.

2 E Jesus, chamando uma criança, a pôs no meio deles

3 e disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no Reino dos céus. (ARC)

TEXTO ÁUREO

Mateus 6:33
33 Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas. (ARC)

OBJETIVOS DA LIÇÃO

  • Compreender a atuação e a manifestação do Reino de Deus e todas as esferas;
  • Entender que existem princípios éticos, morais e espirituais que normatizam o Reino;
  • Crer que nos tornamos cidadãos do Reino de Deus por intermédio da fé em Cristo.

PALAVRA INTRODUTÓRIA

Paz seja convosco!

Assim como aprendemos na aula anterior sobre o Reino de Deus, Mateus nos deixa claro que assim como o reino dos homens, o Reino de Deus há princípios a serem seguidos, portanto, nesta lição abordaremos assuntos a respeito das específicas leis morais, éticas e espirituais que nos foram dadas por Cristo; também abordaremos o modo de viver de um cristão perante a tais princípios.

Que Deus fale conosco.

1 – As Leis do Reino

Assim como em qualquer reino, no Reino de Deus há regras, leis ou princípios morais e éticos que devem ser seguidos, ou ao menos são princípios encontrados nas pessoas que realmente tiveram um encontro com Cristo.

No contexto religioso da época existiam quatro grupos principais, que tinham suas normas e formas diferentes de enxergarem as leis, são estes grupos:

Fariseus: Acreditavam que a religião certa consistia em leis divinas e na tradição religiosa, ou seja, eles se preocupavam com a observância exigente da lei mosaica e de cada detalhe das tradições deixadas pelos vários rabinos ao longo dos séculos.

Saduceus: Eram os liberais, tinham foco no presente; chegaram a modificar a escritura e a tradição para caber sua própria filosofia religiosa.

Essênios: Acreditavam que a religião certa significava viver separado do resto da sociedade, viviam de forma rígida em áreas remotas como Qumrãn, na borda noroeste do Mar Morto.

Zelotes: Eles eram nacionalistas fanáticos, acreditavam que a religião certa era a revolucionária, ou seja, militantes políticos radicais que apoiavam a luta armada contra Roma.

Mas Jesus não seguiu nenhum destes caminhos, Cristo nos deixou a verdade de que a verdadeira religião no reino de Deus não é uma questão de ritual ou filosofia ou localização ou de poder militar, mas sim a atitude correta para com Deus e para com outras pessoas. “Eu digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, não entrareis no reino dos céus”. Mt 5.20.

1.1- Leis Éticas e Morais

Proibida a cópia parcial ou total deste material – Sujeito a penas legais https://ebdcomentada.com

Há uma diferença entre essas duas palavras que muitas vezes são usadas de formas diferentes.

A ética trada do que é pessoal, do indivíduo, sua índole; já a moral, trata do que é coletivo, dos costumes, comportamento social.

Mateus vai trazer em seu livro específicamente nos capitulos 5-7 o famoso sermão da montanha, em que o Mestre nos ensina o que é ético e o que é moral para um discípulo d’Ele, ou seja, Jesus nestes capítulos esta moldando messianicamente a vontade do seu discípulo.

No Capitulo 5 a partir do versículo 3 até o 12, Mateus relata o que Jesus disse sobre o caráter, a índole de um discípulo de Cristo:

Pobres de Espírito: São aqueles se sentem a necessidade espiritual, que reconhecem sua pobreza espiritual.

Os que Choram: O Choro vem depois do reconhecimento e da necessidade de ser “Pobre de Espírito”. Lloyd-Jones escreve: “Quando confronto Deus e a sua santidade, e contemplo a vida que devo viver, vejo a mim mesmo, e o meu total desamparo e falta de esperança”. Quando reconhecemos nossa pobreza é natural que o choro venha, e este choro gera arrependimento e à conversão, mas a promessa é que seremos consolados.

Os Mansos: Mansidão tem sido com frequência mal interpretado. Por muitas vezes tem sido imaginado em termos de humildade, modéstia. No sentido que o Mestre nos diz é o de submissão, aceitar a vontade de Deus mesmo que está nos coloque no lugar mais baixo, num mundo que em seus direitos devem ser levados em primeiro lugar; aceitar a vontade de Deus mesmo quando somos prejudicados é sinônimo de mansidão.

Os que têm Fome e Sede de Justiça: Assim como um recém-nascido tem fome, para o nascido de Deus é natural que ele tenha fome e sede de justiça que no texto significa salvação. Para estes, a promessa é que eles serão fartos.

Os Misericordiosos: São aqueles que sabem demostrar misericórdia aos seus companheiros, pois entenderam que a receberam de Cristo, ou seja, os que sabem perdoar, pois foram perdoados em Cristo Jesus.

Os Limpos de Coração: Pode-se dizer que a pureza de coração é o resultado ou a soma de todos os outros princípios, pois só um coração limpo pode produzir tais princípios. McLaughlin escreve: “Um coração puro é um coração que não tem, em si, nada que seja contrário ao amor de Deus”. Jesus disse que somente os limpos de coração verão a Deus.

Os Pacificadores: Somente os que forem limpos de coração conseguem ser pacificadores, ou seja, um coração dividido é um coração perturbado, somente a Paz que provém de Cristo, nos controlando, pode nos tornar pacificadores.

Os que Sofrem Perseguição: Os que são mártires, ou seja, aqueles que em nome do evangelho arriscam a própria vida, para espalharem o evangelho ou viverem de acordo com a vontade de Deus.

1.2 – Leis Espirituais

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Assim como as leis éticas e morais, no sermão do monte o Senhor Jesus apresenta uma série de condutas de como viver no reino ou de como deve ser o cristão que vive pelo reino; no capitulo 6 versículos 1 a 4 o texto nos diz quando formos fazer o bem, caridade ou obra de justiça diante dos homens, não termos por objetivo o reconhecimento ou recompensas humanas pois se assim fizermos o Pai que está nos céus não nos recompensará, ou seja, para o reino de Deus quando se trata de caridade, a discrição é a principal característica.

Nos versículos 5 a 15, Mateus relata a oração modelo que Jesus nos deixou, e aqui há pontos significativos nesta oração que muitas vezes não encontramos nas orações de hoje, Jesus começa a oração dizendo: “Pai nosso que está nos céus! Santificado seja teu Nome”.

O principal objetivo da oração é ter uma intima comunhão com Deus, e toda oração de um verdadeiro Cristão deve começar com adoração, Deus deve ser adorado em todos os momentos e em tudo que fazemos, devemos antes de qualquer coisa Adorar o grande nome de Deus.

O texto continua: “Venha o teu Reino. Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu”. Esta expressão “venha o teu reino” como já abordamos na lição passada, significa salvação; pedir para que o reino de Deus venha é orar pela salvação daqueles que estão cegos pelo pecado, cativos pelo diabo, que por sinal é um detalhe que muitas vezes se faz ausente nas orações.

O versículo continua “Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu”. Deveríamos como cristãos orar e pedir a todo momento para que a vontade de Deus se manifeste em nossa vida. Paulo escreve em sua carta aos romanos no capitulo 12 versículo 2 que a vontade de Deus é Boa, Agradável e Perfeita”. Se orarmos clamando por esta vontade com certeza seremos consolados e atendidos em tudo.

Depois destes três primeiros pedidos pelos interesses do Reino, começa outros três pedidos pelas necessidades pessoais: “Dá-nos hoje o nosso pão diário”. Todos os dias devemos pedir e confiar a Deus o nosso sustento, só Deus pode suprir todas as necessidades nos momentos certos.

“Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores”. Se existe uma necessidade urgente não só no meio cristão mas no mundo é a necessidade de perdão. Aquele que não tem dentro de si um espírito perdoador deve interromper a oração neste momento, pois só quem reconhece o perdão que lhe foi alcançado pela cruz consegue perdoar.

Que esperança há para alguém que não consegue perdoar? “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus, sendo justificado gratuitamente por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus”. Romanos 3.23,24.

A última petição é: “E não nos conduzas à tentação, mas livra-nos do maligno”. Tentação pode ser entendido aqui como provação, ou seja, é um pedido para que Deus não nos coloque em uma provação tão severa, em virtude de sua severidade, que nos deixe abalados ou pressionados durante nosso estado moral.

A oração do Pai nosso vai terminar: “Porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre”. Da mesma maneira como começa a oração ela termina, exaltando a Deus e sua soberania; é com base neste esboço de oração que a oração do cristão deve ser feita e são essas as características que devem ser apresentadas em suas preces.

O capitulo 6 continua apresentando uma série de cuidados e ensinamentos de como Cristão deve conduzir sua vida cristã, nos versículos 16 a 18 nos ensina como ser verdadeiros na prática do jejum.

Os versículos 19 a 21 nos ensina a lidar com nossas finanças, afim de não sermos gananciosos, mas continuarmos focados em ajuntar tesouro no céu, pois onde estiver o nosso tesouro aí estará o nosso coração.

Versículos 22 e 23 Jesus nos diz para termos cuidado com os nossos olhos, pois eles são a candeia do nosso corpo, ou seja, o Mestre nos diz que somente a pureza de intenção, pode manter o nosso interior iluminado com a presença de Deus.

No versículo 24 o mestre nos alerta para a lealdade, o discípulo de Cristo não pode servir a dois senhores, uma reivindicação da total lealdade do Cristão.

Nos últimos versículos do capitulo 25 a 34 Jesus nos alerta e nos ensina a simplicidade de confiar. Confiar que em todas as coisas seremos supridos.

No capítulo 6 de Mateus, Jesus está nos ensinando a proceder da forma correta, coisa que os hipócritas da época não faziam; nos mostrando que se formos totalmente fiéis e corretos ao Senhor, nós receberemos o galardão no céu, mediante nossa fidelidade e agir correto perante Deus e sua Palavra.

2 – Como ser um Cristão do Reino

Por Ariel Soares

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Postado por ebd-comentada


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