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Central Gospel – 2 Trimestre 2020 – 26-04-2020 – Lição 4 – Cuidado com esse nome

21/04/2020

Este post é assinado por Cláudio Roberto de Souza

TEXTO BÍBLICO BÁSICO

Jeremias 23:16-20; 25-27

16 Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Não deis ouvidos às palavras dos profetas que entre vós profetizam; ensinam-vos vaidades e falam da visão do seu coração, não da boca do SENHOR.

17 Dizem continuamente aos que me desprezam: O SENHOR disse: Paz tereis; e a qualquer que anda segundo o propósito do seu coração, dizem: Não virá mal sobre vós.

18 Porque quem esteve no conselho do SENHOR, e viu, e ouviu a sua palavra? Quem esteve atento à sua palavra e a ouviu?

19 Eis que saiu com indignação a tempestade do SENHOR, e uma tempestade penosa cairá cruelmente sobre a cabeça dos ímpios.

20 Não se desviará a ira do SENHOR até que execute e cumpra os pensamentos do seu coração; no fim dos dias, entendereis isso claramente.

25 Tenho ouvido o que dizem aqueles profetas, profetizando mentiras em meu nome, dizendo: Sonhei! Sonhei!

26 Até quando sucederá isso no coração dos profetas que profetizam mentiras e que são só profetas do engano do seu coração?

27 Os quais cuidam que farão que o meu povo se esqueça do meu nome, pelos sonhos que cada um conta ao seu companheiro, assim como seus pais se esqueceram do meu nome, por causa de Baal. (ARC)

TEXTO ÁUREO

Êxodo 20:7

7 Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. (ARC)

OBJETIVOS DA LIÇÃO

  • Entender que o nome do Senhor deve ser santificado porque nele está a sua honra;
  • Compreender que o nome do Senhor não pode ser usado para endossar palavras que não saíram dele;
  • Reconhecer que, um dia, todo o joelho se dobrará e confessará o nome do Senhor Jesus.

PALAVRA INTRODUTÓRIA

Paz seja convosco nobres companheiros(as) do ministério do Ensino.

Como já mencionamos anteriormente, o Decálogo se divide em duas partes associadas as relações que se dispõe aos homens.

1 – Cinco mandamentos dizem respeito ao nosso relacionamento com Deus – A primeira tábua da lei. A este relacionamento, dizemos que está na vertical – Terra x Céu.

2 – Cinco últimos mandamentos que dizem respeito ao nosso relacionamento com o próximo ou com os homens – A segunda tábua da lei. A este relacionamento, dizemos que está na horizontal – Terra x Terra.

Os mandamentos foram entregues como sendo uma linha em que os hebreus devessem andar exatamente sobre ela. O Senhor os separou como um povo para a obediência e o êxito, desde que, observassem os preceitos estabelecidos. Nada foi deixado de lado para que este povo alcançasse o sucesso em servir a Deus, pois o Senhor contemplou todos os detalhes desta aliança, inclusive o cuidado que deveriam ter com o Seu próprio nome.

Nesta oportunidade estudaremos o terceiro mandamento que diz:

Êxodo 20:7
7 Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. (ARC)

Deus deixava explicito que o Seu nome era completamente diferente dos nomes de homens e de outras divindades, pois trazia consigo a sua própria santidade e devemos lembrar que o termo “Santo”, significa basicamente “separado”. Vamos compreender melhor esse ponto.

O seu nome é SANTO. A santidade de Deus é parte da sua natureza, isto é, ele não se tornou santo ou se santifica a si mesmo, mas que a sua santidade é intrínseca a Sua pessoa. É pureza absoluta e inerente. Implica afirmar que a santidade de Deus o separa inteiramente do pecado, do mal, daquilo que é sacrílego, herege, ímpio e blasfemo. Logo, tal santidade é refletida em tudo que lhe é próprio, inclusive o seu nome.

Logo, o propósito da entrega da lei foi também revelar e ensinar aos filhos de Israel sobre a Sua santidade, que se iniciou por indicar que Ele é o Único e Verdadeiro Deus e se seguiu por admoestá-los a não produzir imagens de esculturas para se inclinarem a elas.

O terceiro mandamento evidencia que até mesmo o seu nome é SANTO. O uso deste nome deve ser apropriado e compreendido. Não se trata de vaidade divina, mas que o homem entenda que está lidando com o Criador e Mantenedor do universo, o Autor da vida, aquele que tem poder de lançar a alma humana no inferno, aquele a quem os destinos pertence.

Mesmo o ignorante diante de uma autoridade constituída, deve se reportar a ela utilizando os pronomes de tratamento adequados, como por exemplo: vossa excelência, vossa majestade, vossa santidade, e por aí vai. No caso de Deus, não há pronomes de tratamentos formais que possam expressar a Sua grandeza, glória e majestade, mas através do Seu próprio nome e aquilo que o envolve podemos conhecê-lo e a Ele nos dirigirmos corretamente.

1 – A HONRA DESSE NOME

 

Honra é um princípio de comportamento do ser humano que age baseado em valores bondosos, como a honestidade, dignidade, valentia e outras características que são consideradas socialmente virtuosas.

A ideia de “ter honra” também pode significar “ter destaque”, ou seja, alguém que possua privilégios ou distinção entre os demais em determinada ocasião.

Mas é na Bíblia que encontramos a definição para o propósito do nosso estudo. No hebraico a palavra “honra” é “kabad” ou “kabed” uma raiz primitiva que possui alguns dos seguintes significados: “ser pesado, ser importante, ser rico, ser digno, ser glorioso, ser honrado, ser feito pesado, apreciar honra, tornar-se abundante, tomar para si glória ou honra, ganhar glória, tornar honroso, honrar, glorificar, ser digno de honra, deixar sem resposta, tornar-se numeroso” (Dicionário Strong).

Deus é o único que reúne em si mesmo todos os significados da palavra “honra”. Ao homem lhe é reservado apenas gozar de parte do significado, pois “uma honra” pode ser ofertada para alguém em sentido de homenagem, como uma forma de demonstrar respeito. Normalmente, as pessoas agraciadas com uma honra recebem um símbolo, como um diploma ou medalha de honra.

A expressão “homens de honra”, por exemplo, é utilizada para designar aqueles indivíduos dignos de confiança, que honram suas ações ou promessas.

No âmbito religioso, a honra é entendida principalmente como uma ação de adorar ou cultuar uma divindade ou um santo. 

Precisamos considerar que o contexto em que Deus entregou os mandamentos aos filhos de Israel era de profundo paganismo. No Egito, de onde saíram, e Canaã para onde iriam, predominava o politeísmo. No meio do caminho, Deus os para, a fim de instruí-los como deveriam portar-se na nova terra e a honra do Seu nome deveria sobressair com o devido respeito e reverência quando pronunciado, pois os povos cananitas utilizam sem nenhuma restrição os nomes de suas divindades nas ocasiões em que celebravam os seus ritos cerimoniais e mesmo em circunstâncias cotidianas.

Ao contrário daquele povo ímpio, Deus imporia reservas para o uso do seu nome – “Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão” (Êx 20.7).

Para alguns estudiosos da literatura judaica, o nome do Eterno era impronunciável, e segundo a explicação científica dos judeus, passaram a não pronunciar o nome do Eterno, Todo Poderoso, porque sentiam-se temerosos em transgredir o terceiro mandamento do Eterno no Decálogo.

Há extrema honra no nome de Deus, pois envolto deste nome, está tudo o que o Senhor É e representa. Deus tem zelo pelo seu nome e aqueles que o desonram tomando-o em vão, não pecam inocentemente; serão responsabilizados por este terrível delito espiritual.

1.1 – A importância de um nome

O Dicionário de Norman Russell Champlin afirma que a palavra portuguesa “nome” ocorre no A.T. por cerca de setecentas e setenta vezes. A palavra hebraica correspondente é sem”. Já no Novo Testamento temos o termo grego “ónoma”, que ocorre por oitenta e quatro vezes, começando em Mateus 1.21 e terminando em Apocalipse 22.4. No A.T. também há outros termos hebraicos, usados como sinônimos mas que podem ser traduzidos por “memória”, “mencionar”, e também por “varão”, porquanto supunha-se que o sexo masculino é o gênero por meio do qual a memória dos pais deve ser continuada.

Originalmente, o termo hebraico “sem” significava “sinal” ou “senha”, de tal modo que o nome era um meio de identificação de uma pessoa ou coisa. Assim, um nome era um sinal da linguagem que trazia em si mesmo, o sentido específico da pessoa ou coisa nomeada, ou seja, o nome servia de comentário breve sobre o indivíduo, na esperança de que ele viveria à altura das expectações envolvidas no seu nome. Por exemplo, alguma característica física de um nascituro poderia sugerir o seu nome. Por exemplo: Supomos que Esaú tenha nascido coberto de pelos ou que teria sido um bebê com pelos abundantes, já que o seu nome significa “coberto de pelos” ou “peludo”. Um determinado nome ainda era conferido a uma criança na esperança de que esse nome fosse um fator formativo de seu caráter e de sua conduta. Por exemplo: Quando Salomão nasceu, Davi lhe deu o nome de Salomão que significa “Pacífico”, mas o Senhor o chamou de Jedidias que quer dizer “Amado de Jeová” (2Sm 12.24-25). Salomão refletiu ambos os significados em sua vida, pois durante todo o seu governo houve paz e isenção de quaisquer grandes conflitos, além de ter sido ele, extremamente abençoado por Deus, porque Deus o amava e Deus o abençoava.

Outrossim, de acordo com a Bíblia, o nome de uma pessoa indica o seu caráter. Como dito, cria-se nos dias antigos que a essência de uma pessoa se concentrava em seu nome.

No Antigo Testamento há três nomes básicos dados a Deus:

  • El, “forte”;
  • Adonai, “senhor de escravos”;
  • Yahweh, “autoexistente, eterno”.

Os nomes de Deus refletem suas qualidades e atividades, coisas às quais os homens dão atenção especial. Na verdade, a leitura de uma lista dos nomes divinos encontra um paralelo parcial na leitura da lista dos atributos e atividades de Deus.

Segue a seguir uma lista contendo certa variedade de nomes de Deus, a fim de dar uma ideia sobre a extensa natureza dos nomes divinos: 

Deus. El, Elah, Elohim, Eloah. Esses nomes são de ocorrência muito frequente, aparecendo em muitas combinações tais como El Shadai e El Elio.

Rocha. Tradução da palavra hebraica tsur, “rocha” (Is 44:8).

Adonai. No hebraico, Adonai; no grego, Theós, usualmente traduzidos em português por Deus.

Senhor. No hebraico, Adonai; no grego, Kúrios.

Divindade. No grego, Theótes (Cl 2.9), ou Theíos (At 17.29).

Deus Altíssimo. No hebraico, Elion (Sl 18.13).

Santo (de Israel). No hebraico, Qadosh (Sl 71.22).

Poderoso. No hebraico, El (Sl 50.1); ou Gibbor (Dt 10.17).

Deus dos Deuses. Deus acima de outros deuses. Dt 10.17.

Senhor dos Senhores. Dt 10.17; no grego, Kúrios (Ap 17.14).

Doador da Luz. No hebraico, Maor (Gn 1.16).

Pai. No hebraico, Aba (Sl 89.26); transliteração grega do aramaico abba (Rm 8.15).

Juiz. No hebraico, Shaphat (Gn 18.25).

Redentor. No hebraico, Gaal (Jó 19.25).

Salvador. No hebraico, Yasha (Is 43.3); no grego, Soter (Lc 1.47).

Libertador. No hebraico, Palat (Sl 18.2).

Escudo. No hebraico, Magen (Sl 3.3).

Força. No hebraico, Eyaluth (Sl 22.29).

Todo-Poderoso. No hebraico, Shaddai (Gn 17.1).

Deus que vê. No hebraico, El Roi (Gn 16.13).

Justo. No hebraico, Tsaddiq (Sl 7.9).

Senhor dos Exércitos. No hebraico, Elohim Sabaoth (Jr 11.20); no grego, Kúrios (Rm 9.29; Tg 5.4).

Rei dos Reis. No grego, basileus, basiléon (Ap 17.14).

Deus Vivo. No hebraico, Elohim (Dt 5.36).

Pai das Luzes. No grego, Pater (Tg 1.17).

Eu Sou. No hebraico, Hayah; no grego, Ego eimi (Jo 8.58).

Por fim, o Tetragrama YHWH ou Javé, ou Yahweh, Jehovah ou Jeová, na língua portuguesa, século 13 d.C. são vocalizações comuns do nome pessoal de Deus baseados no tetragrama hebraico.

As consoantes desse nome foram combinadas com as vogais de Adonai, aparecendo de modo frequente e em muitas combinações conforme descritas na tabela adiante disposta pelo pastor Walter Brunelli.

1.2 – Não pronunciar esse nome sem motivo legítimo

Salomão escreveu o célebre versículo:

Provérbios 22:1
1 Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas;
e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro. (Almeida Revista e Atualizada)

Hernandes Dias Lopes traz preciosa reflexão sobre o texto acima. Para ele, numa sociedade que supervaloriza o poder econômico e dá mais valor ao ter do que ao ser, Salomão, que era o homem mais rico do seu tempo, é categórico em dizer que há coisas mais preciosas do que riquezas materiais. O bom nome vale mais do que muitas riquezas, e o ser estimado é melhor do que ouro e prata.

O nome aqui é comparado com a nossa reputação diante dos homens. Há pessoas que não possuem absolutamente nada de valor material, mas o seu nome é valioso e a sua reputação respeitada. Manter o bom nome e a estima é algo precioso diante de Deus e da sociedade.

Se nós somos conhecedores que mesmo sendo pecadores buscamos conservar a honra do nosso nome diante da sociedade, muito mais o Senhor Deus Soberano, Imaculado, Criador, Grande em poder, honra e majestade, apresenta o seu honrado nome aos homens e o preserva com prestígio e dignidade.

O terceiro mandamento apresenta exatamente esta verdade. O nome do Senhor deve ser honrado, respeitado, guardado, temido e dignificado com adoração e louvor.

Conhecer este mandamento, implicava aos filhos de Israel que acima de todos os outros povos, os hebreus respeitavam e temiam a Deus. Por essa razão, não usavam o nome de Deus frivolamente.

Champlin argumenta que eles pronunciavam os nomes de Deus como alterações que lhes permitiam não terem de verbalizar os sons exatos desses nomes. Os escribas registravam os nomes de Deus lavando frequentemente as mãos. O saudoso pastor Antônio Gilberto acrescenta que além de lavar as mãos, os escribas também tinham de limpar a pena com muita reverência antes de escrever o nome de Deus. As letras e palavras eram contadas. Um erro numa folha, inutilizava-a. Três erros numa folha, inutilizavam todo o rolo.

Champlin afirma que sabemos que as culturas antigas acreditavam no poder mágico dos nomes. Saber qual o nome de uma divindade, ou de um demônio, supostamente dava à pessoa certo poder sobre essa divindade ou demônio, em momentos de necessidade. No caso dos demônios, o conhecimento dos nomes deles poderia ser um meio de expeli-los. Esses fatos demonstram o respeito que algumas pessoas tinham pelos nomes, e talvez esse fosse um dos motivos pelo extremo respeito que os judeus tinham pelo nome divino.

João Wesley, fundador da igreja Metodista pergunta e ele mesmo responde: Como se toma o nome de Deus em vão? Através de cinco maneiras:

1 – Pela hipocrisia. Você prega uma coisa e vive outra, pois está falando de Deus algo que não cumpre;

2 – Quando se quebra um voto feito a Deus.

Eclesiastes 5:5
5 Melhor é que não votes do que votes e não pagues. (ARC)

3 – Quando usamos o nome de Deus precipitadamente. Usar o nome de Deus sem refletir, sem pensar como se fosse algo costumeiro ou ainda como um amuleto;

4 – Quando juramos falsamente. Por exemplo: “Juro por Deus que não foi eu”; No sermão do monte, Jesus ensinou sobre isso:

Mateus 5:33-37
33 Outrossim, ouvistes que foi dito aos antigos: Não perjurarás, mas cumprirás teus juramentos ao Senhor.
34 Eu, porém, vos digo que, de maneira nenhuma, jureis nem pelo céu, porque é o trono de Deus,
35 nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés, nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei,
36 nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto.
37 Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna. (ARC)

5 – Quando se profana as coisas sagradas, as coisas dedicadas as Deus. Por exemplo: Quando se conta uma piada no meio do culto, ou quando está nas redes sociais com o celular durante o culto. Nesta ocasião estamos reunidos no nome de Jesus, cultuando e adorando o seu nome. Quando faz pouco caso das coisas sagradas, está tomando o nome de Deus em vão.

A invocação do nome ou o pronunciar, deveriam sempre ser realizadas em ocasiões justas, e acompanhadas da reverência devida ao nome de Deus. Lembremos de orações e adoração como a de Salomão (2Cr 6.12-42); Josafá (2Cr 20.5-12); Daniel (9.3-27) e os diversos Salmos que expressão adoração elevando o nome do Senhor, sempre denotando extrema devoção.

1.3 – Um lugar para o Seu nome

O nome do Senhor foi conhecido, engradecido, temido e reverenciado quando na ocasião em que enviou as dez pragas no Egito; quando os fez sair da terra de escravidão com braço forte; quando abriu o mar vermelho e fez o povo passar a pés enxutos; quando no mesmo mar, afogou o exército de Faraó e quando realizou sinais, prodígios e maravilhas no deserto.

O Deus de Israel então ordenou que se fizesse um santuário onde o seu nome seria estabelecido. Este seria a princípio o Tabernáculo, um lugar de culto, adoração e louvor a Deus. Posteriormente, Salomão construiu o grande templo, suntuoso e maior que tomou o lugar da tenda provisória do deserto. A princípio, fora um ambiente reservado para sacrifícios, ofertas e manifestação divina.

O evangelista Tiago Rosas afirma que diferentemente do grande Templo nos dias dos reis de Israel, idealizado por Davi e construído por Salomão, o Tabernáculo do deserto foi idealizado por Deus e construído sob suas ordens e diretrizes. A construção do Tabernáculo foi feita conforme “o manual do fabricante”, que revelou a Moisés no monte Sinai todas as imagens quanto ao Tabernáculo e seus utensílios (Êx 25.9).

Foi neste Tabernáculo que o Senhor disse a Moisés que habitaria, isto é, o seu nome estaria ali (Êx 25.8). Em Deuteronômio 12.11 a mensagem está mais clara:

Deuteronômio 12:11
11 Então, haverá um lugar que escolherá o SENHOR, vosso Deus, para ali fazer habitar o seu nome; (ARC)

O nome de Deus estaria representado pelo seu caráter e revelado nos seus atributos que descrevem plenamente quem Ele é e no Tabernáculo manifestaria a sua presença.

1.4 – O respeito dos judeus pelo nome do Senhor

Evangelista Cláudio Roberto de Souza

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Postado por ebd-comentada


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