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Betel Adultos – 4º Trimestre 2020 – 11-10-2020 – Lição 2 – Os efeitos da salvação na plenitude humana

08/10/2020

Este post é assinado por Cláudio Roberto de Souza

TEXTO ÁUREO

2 Coríntios 5:17

17 Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. (ARC)

TEXTOS DE REFERÊNCIA

Salmos 51:1-2,10-12,17

1 Tem misericórdia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias.

2 Lava-me completamente da minha iniquidade e purifica-me do meu pecado.

10 Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto.

11 Não me lances fora da tua presença e não retires de mim o teu Espírito Santo.

12 Torna a dar-me a alegria da tua salvação e sustém-me com um espírito voluntário.

17 Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus. (ARC)

OBJETIVOS DA LIÇÃO

  • Expor a origem e a natureza da salvação; 
  • Mostrar os resultados da justificação; 
  • Ensinar acerca da bênção da santificação.

NOTA

Paz seja convosco nobres companheiros(as) do ministério do Ensino.

Excepcionalmente nesta semana, eu, irmão Cláudio Roberto, idealizador do site EBD Comentada, escreverei o esboço desta lição, pois devido a problemas de saúde, o nosso estimado irmão Leonardo Novais se encontra incapaz. Como costumam fazer os santos, oremos uns pelos outros a fim de que o irmão Leonardo tenha a sua saúde restabelecida o quanto antes e retorne a escrever os seus preciosos esboços (Tg 5.16).

Aproveito para informar a todos aqueles que acessam os esboços da EBD Comentada, que nas próximas semanas, estaremos com um novo layout em nosso site e com o nosso tão aguardado shopping virtual com muitas ofertas para que os irmãos(ãs) invistam em sua capacitação ministerial e se apresentem mais qualificados para o santo ministério – Aguardem!

INTRODUÇÃO

Nesta lição, abordaremos a salvação do ser humano em Cristo Jesus e os aspectos que lhe são característicos.

Desde que Adão e Eva pecaram, desobedecendo a ordem do Senhor de não comer da árvore do conhecimento, o ser humano vive em uma realidade assustadora diante de Deus, pois TODOS foram colocados debaixo de uma natureza e uma condição de pecado.

Paulo deixa isto muito claro quando escreve aos Romanos.

Romanos 3:23
23 Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus, (ARC)

A tradução da Nova Linguagem de Hoje (NTLH) diz:

“Todos pecaram e estão afastados da presença gloriosa de Deus” (NTLH)

Quando Adão e Eva pecaram, lhes foi dado um castigo como consequência de seus atos, mas lhes foi preservada a vida.

Satanás recebeu sua sentença, a terra produziria espinhos e ervas daninhas; e para os dois moradores do Éden, a determinação foi: Adão que trabalhava para o Senhor cuidando do Éden, passaria a ter que semear, cuidar e colher da terra e teria vários tipos de dificuldades para obter seu alimento, Eva, que era livre com Adão, teria filhos, mas os daria com dor e sofreria com a maldade que viria com eles (Gn 3.14-19); como foi claramente observado no episódio de Caim e Abel (Gn 4.8-16). Leiamos o texto completo das sentenças promulgadas por Deus após a queda:

Gênesis 3:14-19
14 Então, o SENHOR Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isso, maldita serás mais que toda besta e mais que todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás e pó comerás todos os dias da tua vida.
15 E porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.
16 E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor e a tua conceição; com dor terás filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.
17 E a Adão disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida.
18 Espinhos e cardos também te produzirá; e comerás a erva do campo.
19 No suor do teu rosto, comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado, porquanto és pó e em pó te tornarás. (ARC)

Deste dia em diante, TODOS vivemos debaixo do pecado, independentemente da cor, sexo, posição sócio econômico cultural ou qualquer outra distinção que se possa elencar.

Como o Senhor é extremamente amoroso e ama o ser humano de uma forma inexplicável; sabendo que o ser humano pecaria; ele já havia preparado uma forma de reverter a ação do pecado, a fim de resgatá-lo da condenação. O seu plano consistia em enviar seu Filho amado para morrer por nossos pecados (Jo 3.16).

Passados milhares de anos, na plenitude dos tempos (Gl 4.4), o Senhor cumpre sua promessa e envia Jesus, o Cristo para morrer por TODOS os seres humanos e aqueles que se achegam a Ele tem a vida espiritual restaurada novamente, voltando a ter comunhão com o Senhor. A isto chamamos de salvação.

Relembremos que os aspectos da salvação ou Doutrina da Soteriologia podem, ser classificados conforme abaixo, porém algumas escolas teológicas resumem em apenas três deles (Regeneração, Justificação e Santificação). Outros listam: (Justificação, Santificação e Glorificação). Fiquemos com a relação mais completa:

  • Conversão (arrependimento mais fé salvadora – At 2.38; 3.19);
  • Justificação (graça de Deus – Tt 3.7; Rm 3.24; 5.1; 5.9);
  • Regeneração (novo nascimento – Jo 3.3,7; Ef 2.15; 4.24);
  • Adoção (nos tornamos filhos de Deus – Rm 8.15; Gl 4.16);
  • Santificação (requisito do crente salvo e vontade de Deus – Hb 12.14; I Ts 4.2-4,7,8);
  • Glorificação (transformação do corpo corruptível em corpo glorificado – I Co 15.52-54).

Nesta oportunidade iremos abordar apenas dois aspectos importantes da doutrina da Salvação – a justificação e a santificação.

1 – A GRANDE SALVAÇÃO

O dicionário popular da língua portuguesa, conceitua o termo “salvação” como sendo:

  • Ação ou efeito de salvar, de livrar do mal ou do perigo. Algo ou alguém que salva, que livra do perigo, de uma situação desagradável;
  • Ajuda que liberta de uma situação muito difícil; redenção;
  • Saída de uma circunstância complicada para outra mais fácil; triunfo.
  • Dar saúde a (um doente);
  • Preservar.

Na teologia, a expressão “salvação” adquire significados semelhantes aos expostos acima, no entanto, o exame do termo quando citado nas Escrituras, ganha muito mais peso e importância. Norman Russell Champlin explica que a nossa palavra, “salvação” na língua portuguesa, vem do latim “salvare”, que significa «salvar», e de «salus», que significa «saúde» ou «ajuda». A palavra hebraica traduzida em português por «salvação» indica «segurança». O termo grego “soteria” e suas formas cognatas, têm a ideia de cura, recuperação, redenção, remédio, bem-estar e resgate. Essa palavra pode ser usada em conexões totalmente físicas e temporais, ou no que diz respeito ao bem-estar da alma, presente e eterna.

A ideia de “salvar”, quando usada para indicar a salvação espiritual, fala sobre o livramento do pecado, da degradação moral e das penas que devem seguir-se, como o julgamento divino. Mas o livramento também nos confere algo: o perdão, a justificação, a transformação moral e a vida eterna, que consiste na participação na própria vida de Deus, no seu “tipo” de vida.

No A.T., a salvação, basicamente, se refere a algo como livramento de um inimigo mais forte ou poderoso – trata-se de uma preservação física, no entanto é obvio que há escritores no A.T. que entraram no aspecto espiritual da salvação conforme se pode ler em Isaías 45.17; 53; Daniel 7.13-ss, por exemplo.

Champlin explica que os rabinos, após o período patriarcal, criam na alma, no após-vida, nos lugares celestiais. Mas, a salvação, nas páginas do A.T., jamais tomou alguns aspectos revelados no N.T., especialmente no tocante à plenitude da filiação, em que os homens assumem a natureza do próprio Cristo, a fim de terem sua mesma glória e herança. Esse é um conceito que escapou à teologia dos judeus, que continua a ser ignorado e desconhecido na maioria das igrejas de hoje em dia, em que a salvação é reduzida ao perdão dos pecados e à mudança de endereço para os céus, após a morte física.

Já no N.T., a salvação adquire contornos mais relevantes, pois é aqui que o Filho de Deus encarnado é revelado como o remidor dos pecados, trazendo salvação a todos os homens.

A salvação muito claramente definida, primeiramente nos Evangelhos, apresenta que a salvação veio por meio de Cristo Jesus (Lc 19.9) e que Ele veio para salvar (Mt 20.28; Mc 3.4; 18.11 Lc 4.18; 9.56).

O escritor a carta aos Hebreus coloca a salvação em Jesus Cristo em um grau elevadíssimo de importância, haja vista tratar do destino eterno de cada indivíduo e por isso apela para a necessidade e obrigatoriedade de “atentarmos para uma tão GRANDE SALVAÇÃO” (Hb 2.3 – destaque nosso).

A carta alerta para o fato de que a antiga mensagem entregue pelos anjos era válida e ninguém podia desprezá-la (Hb 2.2) e não seria coerente e tão pouco sábio, pensar que podemos simplesmente ignorar e nos arriscar a desprezar a última mensagem proferida pelo Filho de Deus como sendo a Palavra final de uma Grande Salvação trazida aos homens!

Leiamos o texto completo para melhor compreensão:

Hebreus 2:1-4
​1 Portanto, convém-nos atentar, com mais diligência, para as coisas que já temos ouvido, para que, em tempo algum, nos desviemos delas.
2 Porque, se a palavra falada pelos anjos permaneceu firme, e toda transgressão e desobediência recebeu a justa retribuição,
3 como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação, a qual, começando a ser anunciada pelo Senhor, foi-nos, depois, confirmada pelos que a ouviram;
4 testificando também Deus com eles, por sinais, e milagres, e várias maravilhas, e dons do Espírito Santo, distribuídos por sua vontade? (ARC)

Champlin esclarece que o termo «…escaparemos…», do versículo 3 significa escapar «da penalidade», «do juízo decretado» contra a negligência, contra o desvio e contra a desobediência acerca das exigências do evangelho. Aquele que não entrega sua alma a Cristo (naquela atitude que chamamos de «fé») se desviará e se rebelará. Então terá de pagar a pena contra isso. Aqui, o julgamento eterno está em foco (Ap 14.11).

«…negligenciarmos…» no grego é «ameleo», que significa «negligenciar», «não importar-se com», «desconsiderar». Essa palavra é a forma privativa de «meleo», que significa «cuidar», «preocupar-se com». Em primeiro lugar, é atacada a indiferença simples; em seguida, é condenada a negligência, que faz com que o evangelho não seja vital na vida; então há o desvio para a depravação, de tal modo que é negada na vida a realidade e o poder do evangelho.

Pode-se negligenciar a grande salvação por meio de uma destas coisas:

  1. Deixando de dar atenção às coisas de Deus e à salvação que por Ele nos é conferida; há o desprazer crescente pela leitura bíblica; há o desejo de nos ausentarmos das assembleias dos santos de Deus (Hb 10.25);
  1. Absorvendo-nos pelos interesses terrenos e egoístas;
  1. Permitindo que o coração amorne para com Cristo, para com o seu sacrifício, para com o amor de Deus, que foi quem nos propiciou esse sacrifício;
  1. Ocupando-nos com os negócios e novidades deste mundo, ao invés de nos preocuparmos com o mundo vindouro e com a vinda de nosso Senhor;
  1. Perdendo a consciência de Deus;
  1. Abafando o pensamento sobre o «juízo vindouro»;
  1. Finalmente, vivendo como as feras que perecem, até onde diz respeito à eternidade.

Todas essas coisas são fases da ‘negligência à tão grande salvação’. (Newell, in loc.).

A «…grande salvação…» se refere a redenção em Cristo, o perdão dos pecados, a transformação segundo a sua imagem através da santificação, a glorificação, na qual compartilharemos de sua natureza metafísica, de sua vida, de seus atributos e perfeições, e toda a plenitude de Deus, são razões que tornam GRANDE a salvação.

Por fim, o autor sagrado ainda alista os seguintes motivos de a Salvação receber o adjetivo de GRANDE:

  1. A salvação é grande porque foi primeiramente «declarada pelo Senhor», o que indica que é uma realidade maior e mais permanente do que a mensagem mediada pelos anjos.
  1. É grande porque foi confirmada por mensageiros enviados do céu, os apóstolos, que mediaram uma verdade maior que aquela dos anjos.
  1. É grande porque foi confirmada por milagres, sinais e prodígios cujo intuito é obter a atenção dos homens.
  1. É grande porque foi confirmada pelo dom do Espírito, o que trouxe manifestações espirituais aos homens, o que deu aos homens plena certeza de que a mensagem é veraz, embora Cristo e seus apóstolos não estejam mais em nossa companhia. De acordo com esses dons, ainda podemos ver seu poder em operação. A lei faltava essa grande confirmação. Sua inferioridade, pois, se tornou evidente.
  1. Grande por causa de sua natureza inerente, isto é, oriunda de Deus na pessoa de Cristo!

Neste ponto é extremamente importante refletirmos sobre como estamos conduzindo a vida que recebemos de Cristo, pois o desleixo, o desinteresse, as distrações ou quaisquer outras coisas que produz em nós a indiferença ou desmotivação em relação as coisas que são de cima, fatalmente, em algum momento nos lançarão para baixo!

1.1 – A origem da salvação

O pecado original ocorrido no Éden, trouxe grandes prejuízos a comunhão do homem com Deus. Os resultados da queda foram catastróficos, no entanto, não era este o fim da mais nobre obra da criação de Deus. Ele possuía um plano desde a eternidade para contornar a desgraça sucedida com o primeiro casal.

Apocalipse 13:8
8 E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. (ARC)

Desde a eternidade, já estava prevista a morte do Cordeiro, mesmo antes que o mundo fosse criado, antes que o homem fosse feito a sua imagem e semelhança, antes que a queda acontecesse. Deus não foi apanhado de surpresa, mas antes, já tinha o Seu próprio plano definido para restabelecer a comunhão perdida e finalmente trazer o homem para junto de si novamente.

Observemos que na ocasião em que Adão e Eva pecaram e conheceram que estavam nus no jardim de Deus, a Bíblia nos mostra que eles tentaram “cobrir” a sua nudez; então coseram folhas de figueira e taparam os corpos nus, porém, fica claro que as vestimentas que eles fizeram, não foram aprovadas por Deus.

Folha de figueira é o recurso humano para ocultar a culpa e Deus não aceita tais recursos produzidos pelo próprio homem para esconder a sua transgressão. A única forma de reconciliar o homem com Deus é aquela que Ele apresenta. Por isso, Deus fez túnicas de peles e os vestiu (aqui está implícito o primeiro sacrifício). Leiamos:

Gênesis 3:21
21 E fez o SENHOR Deus a Adão e a sua mulher túnicas de peles e os vestiu. (ARC)

Esse é o caminho de Adão e Eva que após a queda tentaram cobrir a nudez com as frágeis folhas de figueira; esforço que simbolizou as tentativas do homem, desde então, a prover a sua própria justificação perante Deus. Esta é a base de todas as falsas religiões, isto é, tornar o homem a fonte ou a origem da sua própria salvação, excluindo o Criador do processo.

Quando Jesus expirou na cruz, diz as escrituras que o véu do templo se rasgou de alto a baixo (Mc 15.38). O sentido ou a direção em que o véu foi rasgado é extremamente significativo. Repito, a Bíblia afirma que foi de ALTO a BAIXO, indicando que a solução para a redenção do homem veio do céu para terra, de cima para baixo, da vertical para a horizontal, de Deus para o homem, do Criador para a criatura e não o contrário, indicando que a salvação do homem tem a sua origem e sua arquitetura em Deus!

O homem formula meios de se livrar da condição de pecador, buscando auto justificação em suas próprias valências, mas a Palavra de Deus é enfática e determinante – Jesus Cristo é o mediador entre Deus e os homens (I Tm 2.5) – O seu sangue é o sangue da Nova Aliança (Hb 12.24) e somente por intermédio da fé no sacrifício efetuado por Jesus na cruz, nos JUSTIFICA diante de Deus. (Rm 3.28; Gl 2.16). O plano de salvação e a metodologia para a reconciliação do homem partiu Dele.

1.2 – A natureza da Salvação

A salvação é o dom mais precioso que o homem pode receber por intermédio de Deus. Trata-se de ser a maior de todas as bênçãos dada gratuitamente ao homem.

A salvação efetuada por Deus em favor do homem se desenvolve através de processos e ações práticas que permitem o restabelecimento da união entre o homem e Deus através da fé. Não de qualquer modo ou como, principalmente, como o homem pensa que tais processos devam ser, mas tudo se baseia ou fundamenta-se naquilo que foi determinado pelo próprio Deus em sua Palavra. Existe um único caminho – Cristo, e uma única forma – a fé nEle, que garantirá a nossa salvação.

Sobre a dinâmica dos processos envolvidos na natureza da salvação, o pastor batista Claude D. Cole explica que alguns aspectos da salvação são instantâneos, ao passo que outros são progressivos. O livramento da culpa do pecado acontece no próprio instante da fé; o livramento da impureza do pecado é um processo longo, no qual o crente tanto sofre dor quanto tem prazer. Enquanto se entristece por causa do pecado que habita nele, o crente se regozija na esperança – a expectativa bem fundada – da glória de Deus. O crente se regozija em Cristo, não tem confiança nenhuma na carne, e sinceramente anseia ser perfeitamente aperfeiçoado. Sendo pobre de espírito, cônscio de sua falta de valor pessoal, ele espera que Deus aperfeiçoe aquilo que Lhe apraz. Ele acredita que Deus, “Aquele que em vós começou a boa obra da graça nele, a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo” (Fp 1.6). O crente é perfeitamente justificado – nenhuma acusação será colocada em sua conta – mas ainda não está glorificado, e só o será quando Cristo vier e ele for feito semelhante a Seu Salvador. É, positivamente, além da compreensão o que Deus preparou para aqueles que O amam.

Que jamais esqueçamos que O amamos, porque Ele nos amou primeiro e nos livrou dos nossos pecados por Seu próprio sangue.

1.3 – A eleição divina

Evangelista Cláudio Roberto de Souza

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Postado por ebd-comentada


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