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Betel Adultos – 4º Trimestre 2020 – 01-11-2020 – Lição 5 – Mente, vontade e emoções restauradas pelo Senhor

29/10/2020

Esse post é assinado por Leonardo Novais de Oliveira

TEXTO ÁUREO

“Pelo que não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor.” Efésios 5.17

TEXTOS DE REFERÊNCIA

FILIPENSES 4.6-9

6 Não estejais inquietos por coisa alguma; antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças.

7 E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.

8 Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.

9 O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

  • Conhecer as três áreas da alma.
  • Ensinar sobre a liberdade de escolha.
  • Falar sobre as emoções e sua vulnerabilidade.

INTRODUÇÃO

Olá irmãos e irmãs, Paz do Senhor.

Nesta lição, abordaremos as particularidades relacionadas a alma.

É muito comum denominarmos a alma como sede das emoções e tal denominação está correta, porém, a alma tem outras atribuições muito especiais que, junto com o espírito, fazem do ser humano uma criatura inigualável.

O Senhor, em sua majestade, criou o homem à sua imagem e semelhança, imagem e semelhança moral e comportamental, porém, por causa do pecado, estas características foram contaminadas e terrivelmente prejudicadas.

A escultura abaixo, do artista romeno Albert Gyorgy demonstra de uma forma marcante o conhecido “vazio da alma” que temos e, tal característica é comum a TODOS os seres humanos sem Deus.

Se nos lembrarmos do que aconteceu no livro de Gênesis após o pecado de Adão e Eva, constataremos que; por causa do pecado; o homem foi expulso do Éden e perdeu a comunhão perfeita que tinha com o Senhor.

“O SENHOR Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra, de que fora tomado. E, havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida”. (Gn 3.23,24 – ARC)

Esta comunhão que fora perdida no Éden só foi restabelecida com o sacrifício de Jesus, que nos tornou aceitáveis diante de Deus.

“Portanto, havendo sido justificados pela fé, temos paz com Deus, por meio do nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de quem obtivemos pleno acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmados, e nos gloriamos na confiança plena da glória de Deus. Porém, Deus comprova seu amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido em nosso benefício quando ainda andávamos no pecado. Agora, como fomos justificados por seu sangue, muito mais ainda, por intermédio dele, seremos salvos da ira de Deus! Ora, se quando éramos inimigos de Deus fomos reconciliados com Ele mediante a morte de seu Filho, quanto mais no presente, havendo sido feitos amigos de Deus, seremos salvos por sua vida. E, ainda mais, se nos gloriamos também em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de quem recebemos, agora, completa reconciliação. Morte em Adão, Vida em Cristo”. (Rm 5.1,2,8-11 – KJA)

Vejamos que estávamos afastados de Deus (Rm 3.23) e carecíamos de algo que nos aproximasse Dele e abrisse novamente o acesso direto à sua presença e, ainda que na antiga aliança existisse o sacrifício pelos pecados; estes somente tapavam os nossos pecados; porém, em Jesus Cristo temos completo acesso ao trono do Pai e somos reconciliados com Ele.

Desta forma, o vazio existencial que existe em TODOS os seres humanos, só poderá ser preenchido através da comunhão com Cristo Jesus.

1 – AS TRÊS ÁREAS DA ALMA

Observemos que o pecado é um “câncer mortal” que corroeu e continuando corroendo todo o ser.

Aqueles que estão sem Deus são guiados pela sua natureza caída e por satanás, pois só existem dois caminhos, um que leva a Deus e outro que leva ao diabo.

O apóstolo João escreveu que o mundo está morto e sepultado no maligno.

“Estamos cientes de que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no Maligno. Da mesma forma, temos pleno conhecimento de que o Filho de Deus é vindo e nos tem concedido entendimento para reconhecermos o Verdadeiro. E nós estamos vivendo naquele que é o Verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna”. (1 Jo 5.18,19 – KJA)

O teólogo americano Norman Champlim faz um comentário interessante sobre este texto.

“O mesmo mundo inteiro que é passível de receber os benefícios da expiação (ver I João 2:2). Esse mundo, rebelde, participante da maldade cósmica, longe de estar sob o poder de Cristo, está nas garras do maligno, do destruidor das almas humanas. Essas garras são poderosas. O mundo inteiro jaz no maligno, em seu seio, debaixo de seu poder. Fica assim subentendido o completo controle. Eles permanecem no diabo, e não em Cristo (ver 1 João 3:14,24); estão debaixo de seu poder. Ο terror dessas palavras pode assombrar: porém, somente uma linguagem tão franca pode expressar a tragédia essencial da existência humana. A vida é lamentavelmente mal compreendida quando não é vista sob o poder da possessão do mal, o qual é tão generalizado e poderoso que somente Deus pode cuidar da questão. O quadro do mundo, a jazer passivamente nas garras do mal está de acordo com a realidade. Não é por nada que gerações de crentes têm orado, século após século: O Deus, que és o autor da paz e o amante da concórdia, no conhecimento de quem se encontra a nossa vida eterna, cujo serviço importa cm perfeita liberdade, defende a nós. os teus servos humildes, contra todos os assaltos de nossos adversários: a fim de que, confiando seguramente em tua defesa, não temamos o poder de qualquer inimigo, mediante o poder de Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém. (Hoon. in loc. citando o Book of Common Prayer. coletânea em favor da paz, da Ordem de Orações Matinais)”.

Vejamos que o poder de satanás que é um ser espiritual “estragou” o ser humano como um todo e, somente pelo poder do Espírito Santo, através de Palavra de Deus, pode restaurar TODAS as áreas que foram afetadas.

Como o título deste tópico e a imagem acima nos mostra, a alma e composta pela mente, vontade e emoção.

É importante lembrarmos que o ser humano busca continuamente preencher este vazio com tudo o que existe neste mundo, incluindo a religião.

O Dicionário Etimológico conceitua de forma completa a palavra religião.

“Do latim religio, que significa “louvor e reverência aos deuses”. Os etimologistas discutem bastante a respeito sobre a real origem etimológica da palavra “religião”. No entanto, muitos acreditam que tenha surgido a partir da junção do prefixo re, que funciona como um intensificador da palavra que o sucede, neste caso ligare, que significa “unir” ou “atar”. Assim, religare teria o sentido de “ligar novamente”, “voltar a ligar” ou “religar”. Neste caso, o termo era utilizado como um ato de “voltar a unir” o humano com o que era considerado divino. Ainda existe outra teoria que diz ser o verbo latino relegere a origem da palavra religião. Relegere significa “reler” ou “revisitar” e foi associado ao ato da constante releitura e interpretação dos textos bíblicos e sagrados para que os religiosos possam seguir os desejos das divindades que veneram da forma mais fiel possível. Atualmente, o conceito de religião é definido como sendo um conjunto de crenças relacionadas com aquilo que a humanidade considera como sobrenatural, divino, sagrado e transcendental, bem como o conjunto de rituais e códigos morais que derivam dessas crenças. A palavra religião existe no dicionário da língua portuguesa aproximadamente desde o século XIII”.

Vejamos que ainda que o conceito de religião seja bem interessante, não é bíblico e não deve nortear o comportamento de nenhum cristão.

Os judeus eram extremamente religiosos, mas se deixaram levar pelos conceitos humanos de interpretação da Lei de Deus e os tornaram mais importantes do que a própria Lei, invalidando os mandamentos do Senhor.

“Eis que dias vêm, diz o SENHOR, em que farei um concerto novo com a casa de Israel e com a casa de Judá. Não conforme o concerto que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito, porquanto eles invalidaram o meu concerto, apesar de eu os haver desposado, diz o SENHOR. Mas este é o concerto que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o SENHOR: porei a minha lei no seu interior e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo”.  (Jr 31.31-33 – ARC)

A religiosidade que é o excesso de zelo pela religião; comportamento comum aos fariseus; os afastou da verdade que havia em Deus.

1.1 – Mente, a líder da alma

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Todos os mamíferos possuem estrutura cerebral e, com isto, uma capacidade mental que difere de uma espécie para outra.

O cérebro humano é o mais complexo órgão existente e, apesar da medicina estar evoluindo a uma velocidade incrível, ainda conhecemos pouco sobre este órgão.

Existe no cérebro humano uma condição conhecida como neuroplasticidade que garante um nível de armazenamento de informações por toda a vida, diferentemente do cérebro dos animais e, além disto, existem conexões neuronais que somente os seres humanos possuem.

Phillip Khaitovich, pesquisador de antropologia evolutiva no Instituto Max Planck e integrante da Academia Chinesa de Ciência liderou uma pesquisa com a expressão de 12 mil genes de cada espécie (seres humanos, macacos e chimpanzés). Eles descobriram 702 estruturas no córtex pré-frontal, área do cérebro relacionada ao comportamento social e à razão, que se decodificam de maneira diferente ao longo do tempo em humanos e demais primatas. As disparidades ocorrem principalmente em relação ao desenvolvimento das sinapses. “Nos homens, as conexões dos neurônios nessa região cerebral começam logo depois do nascimento e continuam ativamente até os 5 anos de idade. Porém, a expressão dos mesmos genes, em chimpanzés e outros macacos, acaba pouco tempo depois que eles nascem, em até um ano. Por isso, achamos que esse é um dos fortes motivos pelos quais o cérebro humano trabalha de forma completamente diferente”.

A capacidade de gerir as emoções e tomar decisões baseadas nas experiências de aprendizado conseguidas com os anos de vida, faz com que o ser humano seja inigualável.

Existe uma parte no cérebro conhecida como “amigdala” que está intimamente ligada às emoções e reações às mesmas e os estudos mostram que as emoções estão intimamente relacionadas ao comportamento, por isto, nunca foi tão necessário conhecer como as emoções comprometem a nosso vida.

Se na mente se encontra nossa capacidade de lidar com as emoções e a capacidade de raciocinar, precisamos que esta parte seja dirigida e dominada pelo Senhor para que possamos viver uma vida plena.

Paulo escreve aos Romanos sobre o entendimento e a razão de uma forma interessante.

“Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12.1,2 – ARC).

Em outra tradução:

“E ASSIM, queridos irmãos, eu apelo que vocês deem seus corpos a Deus. Que eles sejam um sacrifício vivo, santo – o tipo de sacrifício que Ele pode aceitar. Quando vocês pensam naquilo que Ele fez por vocês, isto será pedir muita coisa? Não imitem a conduta e os costumes deste mundo, mas seja, cada um, uma pessoa nova e diferente, mostrando uma sadia renovação em tudo quanto faz e pensa. E assim vocês aprenderão de experiência própria, como os caminhos de Deus realmente satisfazem a vocês”. (BV)

Este texto nos mostra que o corpo, que expressa a vontade deve ser controlado pelo Espírito Santo e não pelos desejos carnais e que nossa forma de cultuar a Deus seja claramente percebida como algo racional e não emocional.

As igrejas pentecostais muitas vezes confundem a ação do Espírito Santo com as ações da mente e da emoção e, nem tudo o que vemos nos cultos pentecostais, procede do Espírito Santo.

Esta é uma verdade que deve ser encarada com muita maturidade e mente aberta para possíveis correções.

Quando Paulo nos diz que devemos cultuar de forma racional ele está dizendo que o que fazemos com nosso corpo deve ser um sacrifício agradável a Deus e, sendo assim, não podemos sacrificar algo a Deus que não seja puro.

No A.T. TODOS os animais para o sacrifício eram examinados para que os sacerdotes tivessem certeza de que não existia problema algum com eles, pois nenhum animal defeituoso deveria ser sacrificado.

Voltando para o texto de Paulo aos Romanos, de forma racional, compreendendo que não podemos ser dominados pelas emoções e pela vontade da natureza pecaminosa, precisamos agir com o espírito, que é a parte humana que tem comunhão com Deus e expressa sua vontade.

Isto deveria ser mais estudado nas igrejas cristãs, pois muitos problemas poderiam ser evitados.

Champlim comenta este texto de forma interessante.

“A alma pura, entretanto, garante o uso apropriado do corpo, o qual, nesse caso, serve de instrumento ou veículo no serviço ao Senhor, embora o impulso espiritual e intelectual parta realmente da alma. Várias interpretações têm sido atribuídas à palavra «corpo», aqui usada: 1. Seria um a designação figurada da própria personalidade humana, correspondente à figura simbólica da «oferta», porquanto as ofertas consistiam em «corpos», especialmente no caso das ofertas queimadas, que provavelmente são as ofertas aqui em vista. Essa interpretação é parcialmente correta. Pois certamente é a «personalidade inteira» que é salientada neste caso, e «corpo» sem dúvida tem aqui esse sentido. 2. Porém, os corpos, em sentido literal e real, também devem ser enfatizados, porquanto o corpo é aquele instrumento que tão facilmente pode ser usado para o bem ou para o m al; e usualmente os homens mortais empregam-no para o mal. O apóstolo Paulo frisa aqui, pois, a debilidade da natureza humana, deixando entendido que essa dedicação deve envolver até mesmo o veículo físico do corpo, porque, de outra maneira, não haverá dedicação autêntica e profunda. Pois nenhuma alma (de homem mortal) pode realmente dedicar-se a Deus, enquanto o corpo estiver entregue aos pecados, às concupiscências e aos interesses próprios deste mundo. 3. Outros estudiosos preferem pensar que a palavra «corpo», neste caso, refere-se à natureza sensual do homem, que o impulsiona na direção do pecado; mas, apesar desse pensamento necessariamente ter de ser incluído nesta interpretação, não é essa a ideia central do termo, neste caso. Essa ideia geral de Paulo pode ser comparada com o conceito que ele fazia de si mesmo, como servo de Cristo, ou melhor, escravo de Cristo (segundo um a tradução mais literal), em Rom. 1:1. Os escravos eram possuídos por seus senhores enquanto se encontrassem vivos em seus corpos físicos, sendo obrigados a cumprirem todas as ordens dos mesmos, pois eram controlados pela vontade de seus senhores. Todavia, a utilidade do corpo é necessária para a servidão. Com isso também podemos confrontar nosso presente estado de m oralidade, em que a dedicação do corpo é uma medida necessária para que haja a dedicação total da nossa personalidade ao Senhor. O corpo é considerado como instrumento da vontade. (Ver os trechos de Rom. 6:13,19 e II Cor. 5:10. Ver também Rom. 7:5,23). A nós é ordenado que glorifiquem os Deus «no corpo» (ver I Cor. 6:20; ver também Fil. 1:20 e II Cor. 4:10). Pode haver, pois, o «corpo do pecado», isto é, o corpo ainda controlado pelo princípio do pecado, o que torna o indivíduo, em sua personalidade inteira, escravo do pecado. (Ver Rom. 6 :6 e Col. 2:11). Por semelhante modo, há o corpo controlado pela justiça, o que indica algo sobre a pureza da alma, que indica a pessoa essencial, pois usamos aqui a palavra alma como sinônimo de «espírito». O homem é, essencialmente, um ser espiritual; porém, na qualidade de ser mortal, precisa contender com o corpo mortal que possui, resolvendo se o usará para o bem ou para o mal”.

Em suma, nossa natureza, composta por espírito, alma e corpo, deve ser santificada pela Palavra de Deus e pelo Espírito Santo.

1.2 – O poder da mente

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Nenhum outro ser tem a capacidade mental dos seres humanos. Os golfinhos são maravilhosamente inteligentes, mas nunca chegarão ao patamar que estamos.

Desta forma, precisamos compreender que nossa mente é poderosa e, se não for dominada pelo Espírito Santo, poderá produzir resultados ruins, pois na memória estão armazenadas situações que podem contribuir para que tenhamos comportamentos ruins.

Quando a mente do ser humano não está “dominada” pelo Espírito Santo, ela pode maquinar coisas terríveis e os exemplos na história são os piores possíveis.

Serial killers, estupradores, sodomitas, estupro de vulnerável, dentre outras coisas são imaginadas pela mente corrompida do ser humano e aguçadas pela ação diabólica de satanás.

É importante lembrarmos que o diabo não sabe o que se passa em nossa mente, porém, ele pode utilizar sensações, cheiros, sons e imagens para trazer à memória humana, os piores pensamentos possíveis.

Por isto Paulo escreveu aos Efésios sobre a armadura espiritual.

“Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo; porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes. Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça, e calçados os pés na preparação do evangelho da paz; tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus, orando em todo tempo com toda oração e súplica no Espírito e vigiando nisso com toda perseverança e súplica por todos os santos”. (Ef 6.11-18 – ARC).

Este texto nos mostra a importância de todo o nosso corpo estar protegido contra os ataques de satanás e menciona o capacete da salvação que é interpretado por alguns como sendo a presença de Deus em nossa mente.

Desta forma, a mente do cristão deve estar “cheia” de Deus para que possa suportar os ataques do inimigo.

1.3 – A disputa pelo controle da mente

Evangelista Leonardo Novais de Oliveira

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Postado por ebd-comentada


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