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Betel Adultos – 3º Trimestre 2020 – 26-07-2020 – Lição 4 – Crise também é oportunidade de recomeço

23/07/2020

Este post é assinado por Leonardo Novais de Oliveira

TEXTO ÁUREO

“Então levantaram a sua voz e tornaram a chorar; e Orfa beijou a sua sogra, porém Rute se apegou a ela.” Rute 1.14

TEXTOS DE REFERÊNCIA

RUTE 1.8-9,16,22 

8 Disse Noemi às suas duas noras: Ide, voltai cada uma à casa de sua mãe; e o Senhor use convosco de benevolência, como vós usastes com os falecidos e comigo. 

9 O Senhor vos dê que acheis descanso cada uma em casa de seu marido. E, beijando-as ela, levantaram a sua voz, e choraram. 

16 Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me afaste de ti. Porque aonde quer que tu fores, irei eu; e onde quer que pousares à noite, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. 

22 Assim, Noemi voltou, e, com ela, Rute, a moabita, sua nora, que voltava dos campos de Moabe; e chegaram a Belém no princípio da sega das cevadas.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

  • Ensinar que a fidelidade produz recompensa. 
  • Apresentar o caráter e a beleza da mulher cristã. 
  • Mostrar que Deus sempre cumpre as suas promessas.

INTRODUÇÃO

Olá irmãos e irmãs, Paz do Senhor.

A lição deste domingo nos apresenta a história de uma mulher que, apesar do sofrimento, resolver confiar no Senhor e fez tudo que estava ao seu alcance para prosperar.

Rute viveu nos dias em que os juízes reinavam sobre Israel. Era moabita, portanto, não fazia parte da linhagem judaica.

 A história de Rute está registrada no livro que leva seu próprio nome, o livro de Rute.

Rute entrou para linhagem de Jesus Cristo, após permanecer junto à sua sogra, mesmo depois da morte de seu marido; filho de Noemi e após casar-se com Boaz e tornar-se uma gentia na linhagem de Davi.

Sua história é linda e nos ensina muito sobre fidelidade, companheirismo, amor, confiança e trabalho.

O Teólogo Americano Norman Champlim nos mostra o seguinte:

“No cânon hebraico, o livro de Rute faz parte de sua terceira seção, os hagiógrafos. O livro era um dos cinco rolos (no hebraico, megilloth), cada um dos quais usado em uma das cinco principais festividades de Israel. O livro era lido por ocasião da festa das Semanas ou Pentecostes. Entretanto, na Septuaginta, na versão latina da Vulgata, e na Bíblia portuguesa, o livro de Rute vem imediatamente depois de Juízes. E essa arrumação parece historicamente lógica, porque o autor situa sua narrativa dentro daquele período da história de Israel, ao dizer logo no início da obra: “Nos dias em que julgavam os juízes …” (Rute 1.1). O livro gira principalmente em torno de sua heroína, Rute, a moabita. O nome dela aparece treze vezes na Bíblia, doze no próprio livro de Rute, e uma vez em Mat. 1.5, dentro da genealogia do Senhor Jesus Cristo. Aliás, por três razões principais a heroína, Rute, merece figurar como uma das grandes personagens femininas da Bíblia: 1. o romance de sua vida e de sua fé no Deus de Israel, Yahweh. 2. O fato de ter sido bisavó de Davi, o grande rei de Israel. 3. O fato, consequente do anterior, de ter sido uma das antepassadas do Senhor Jesus. Na genealogia de Cristo, no livro de Mateus, há menção a quatro mulheres: Tamar, nora de Judá; Rute; a que fora mulher de Urias, Bate-Seba; e Maria, Sua mãe. Tamar era cananéia. Bate-Seba e Maria eram israelitas. Mas Rute era moabita”.

O significado do nome “Rute” é discutido entre os estudiosos, porém há uma possibilidade do hebraico “rut” ser derivado de “re’ut” que significa algo como “companhia feminina”.

O esposo de Rute não obedeceu ao mandamento do Senhor que proibia a união de um judeu com uma moabita (Dt 23.3,4), porém, o Senhor escolheu esta mulher para fazer parte de sua história.

Existem inúmeros personagens que também alcançaram este favor ao longo da história bíblica, como Raabe (Js 6.1-27); Naamã (2 Rs 5.1-19) e os ninivitas (Jn 3.1-10). Tal fato demonstra o amor de Deus para com todos os homens, tendo escolhido a nação de Israel para ser um povo especial, mas não fechando “seus braços” para aqueles que se aproximavam Dele.

No A.T. estes povos eram conhecidos como “gôyim” que significa, entre outras coisas, “estrangeiro”.

Rute foi um destes gôyim e teve uma história linda de amor e fé, a qual estudaremos nesta lição.

Um ponto interessante para refletirmos é que a outra nora de Noemi, Orfa, assim que seu marido morreu, retornou para sua família, diferentemente de Rute.

Isto pode nos dar um indicativo de que Rute gostava da vida que vivia na presença de seu marido e sua sogra e do modo como serviam ao Senhor, pois desde o início de sua história na Bíblia, ela demonstra alguns comportamentos, já citados, que a diferenciava dos povos pagãos.

O escritor Daniel Conegero, responsável pelo Projeto Evangelístico Estilo Adoração nos mostra o seguinte:

“Essa decisão de Rute implicava, necessariamente, em sua troca de nacionalidade, ou seja, ela estava disposta a se tornar uma judia e abandonar o seu deus (talvez Quemos, cf. Nm 21:29; 1Rs 11:7,33) a favor do Deus de Noemi (Rt 1:16; cf. 2:12,13) e ser sepultada no mesmo local de sua sogra (Rt 1:14-17). É neste contexto que aparece o versículo mais conhecido do livro de Rute, onde Rute diz a Noemi: “Não me instes para que te abandone, e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus” (Rt 1:16). Essa declaração de Rute contrasta nitidamente com a declaração de Noemi ao chegar a Belém, onde ela atribuiu a Deus a amargura que estava sentindo, e insistiu que as mulheres lhe chamassem de Mara, que em hebraico significa amargo, ao invés de seu nome”.

Vamos estudar alguns detalhes sobre esta maravilhosa história.

1 – A FÉ NOS LEVA A LUGARES INIMAGINÁVEIS

Após a morte de Malom, marido de Rute, ela decide não abandonar sua sogra Noemi e ambas voltam para Belém.

É importante lembrarmos que Noemi era viúva e que seus dois filhos também haviam morrido e, por este motivo, somente ela e Rute voltaram para Belém.

A frase dita por Rute a sua sogra ficou famosa no meio teológico pois nos mostra muito sobre a fidelidade daquela mulher.

“Não me instes para que te deixe e me afaste de ti; porque, aonde quer que tu fores, irei eu e, onde quer que pousares à noite, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu e ali serei sepultada; me faça assim o SENHOR e outro tanto, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti”. (Rt 1.16,17 – ARC) 

O retorno daquelas mulheres para Belém, terra natal de Noemi, com toda certeza não foi fácil, pois Noemi desejou ser chamada de Mara, que significa “amarga”, vejamos:

“Porém ela lhes dizia: Não me chameis Noemi; chamai-me Mara, porque grande amargura me tem dado o Todo-poderoso. Cheia parti, porém vazia o SENHOR me fez tornar; por que, pois, me chamareis Noemi? Pois o SENHOR testifica contra mim, e o Todo-poderoso me tem afligido tanto”. (Rt 1.20,21 – ARC)

Precisamos deixar claro que somos seres únicos, dotados de caráter e personalidade exclusivas e, por isto, não podemos fazer comparações entre um crente e outro.

Seria um grande erro compararmos o que Jó disse a sua esposa com o que Noemi falou.

Sendo assim, precisamos nos lembrar que, da mesma forma, não podemos criticar as pessoas por seus comportamentos e, como cristãos, precisamos ter amor e empatia.

A palavra empatia é erroneamente definida como “se colocar no lugar da outra pessoa”. Se nos colocarmos no lugar da outra pessoa, seríamos ela.

O significado correto de empatia é: Compreender que cada pessoa se comporta de maneira diferente, de acordo com as suas experiências e não as culpar por nenhuma situação, agindo com amor para com elas.

Dentro do contexto deste tópico, a fé de Rute no Deus de Noemi a fez acreditar que poderia ter um futuro diferente, apesar de todas as frustrações e amarguras que a vida lhe proporcionara.

Uma das tarefas de um pastor deve ser auxiliar as pessoas a compreender que as situações ruins vivenciadas não podem nortear nossa vida para sempre, pois tudo tem um tempo determinado.

1.1 – A crise não é o seu fim

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De acordo com o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, a palavra “crise” deriva do latim “crisis” e do grego “krísis” e tem os seguintes significados:

  1. [Medicina] Mudança súbita ou agravamento que sobrevém no curso de uma doença aguda (ex.: crise cardíaca; crise de epilepsia). 
  1. Manifestação súbita de um estado emocional (ex.: crise de choro; crise nervosa). = ACESSO, ATAQUE 
  1. Conjuntura ou momento perigoso, difícil ou decisivo. 
  1. Falta de alguma coisa considerada importante (ex.: crise de emprego; crise de valores). 
  1. Embaraço na marcha regular dos negócios. 
  1. Desacordo ou perturbação que obriga instituição ou organismo a recompor-se ou a demitir-se.

Estes conceitos abrangem várias áreas e, para nosso estudo, utilizaremos o número 2, 3 e 4.

O que fez as duas mulheres viúvas voltarem para Belém foi a morte de seus maridos e a necessidade de recomeçar suas vidas em uma terra conhecida.

Como já mencionamos, Noemi e sua família eram oriundos de Belém de Judá e, por causa de uma grande fome que assolou aquela região, se mudaram para os campos de Moabe.

A Moabe dos tempos bíblicos era uma faixa de terra com montanhas e vastas planícies, de solo bem fértil, na região da atual Jordânia, na parte oriental da margem do Mar Morto. Era o antigo reino dos moabitas, sempre em guerra com os israelitas, que ficavam a oeste. Esta região, por ser alta, recebia muitas chuvas, o que mantinha aquecida a atividade agrícola, especialmente a plantação de trigo.

O que teria sido a maior crise da vida de Rute foi transformado na maior oportunidade de sua vida e é importante lembrarmos que as situações de dificuldade que vivenciamos serve para que cresçamos e nos tornemos mais confiantes no Senhor.

Paulo deixa isto claro quando escreve aos Romanos sobre a tribulação, leiamos:

“E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a paciência; e a paciência, a experiência; e a experiência, a esperança. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado”. (Rm 5.3-5 – ARC) 

Este texto coaduna com o que Paulo escreve aos Filipenses, capítulo 4 e versículo 13:

“Posso todas as coisas naquele que me fortalece”. (ARC)

Precisamos acreditar que o Senhor sempre está nos ensinando algo para que aprendamos a confiar Nele e possamos, após a tribulação, ter experiências para auxiliar aqueles que passarão por processos semelhantes.

Por isto Paulo disse que podia suportar qualquer coisa, pois era Cristo que o fortalecia.

Muitos utilizam este versículo de uma forma errônea, afirmando que o cristão pode fazer o que quiser, ou seja, se tornar o que quiser, mas não é isto que o contexto nos ensina, mas sim que Paulo podia passar necessidade de alguma coisa ou ter fartura e por isto, ele podia todas as coisas naquele que lhe fortalecia.

Precisamos reforçar o quanto é importante lermos o contexto para conseguirmos interpretar corretamente o que o autor bíblico ou secular quer dizer.

A primeira regra da hermenêutica nos diz que a Bíblia se auto interpreta e isto é possível através da leitura do contexto.

As crises são uma oportunidade de aprendermos algo novo e de forma muito marcante, a situação que estamos vivendo por causa da pandemia é um exemplo clássico disto, pois muitos estão aprendendo a contornar a crise.

1.2 – Uma escolha assertiva

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A Bíblia nos mostra que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria (Pv 1.7), sendo assim, aqueles que decidem reconhecer o poderio de Deus e depender Dele, tornam-se pessoas sábias, pois a presença de Deus em nossa vida possibilita tal coisa.

O conhecimento é adquirido com nosso esforço, porém, a sabedoria é dada por Deus.

Tiago nos mostra isto, leiamos:

“E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não o lança em rosto; e ser-lhe-á dada. Peça-a, porém, com fé, não duvidando; porque o que dúvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento e lançada de uma para outra parte”. (Tg 1.5,6 – ARC) 

O Teólogo Alemão Fritz Grünzweig nos mostra o seguinte sobre este texto:

“Nessa questão cada um de nós é carente. Esse “alguém” refere-se a “cada qual”. Seria um perigoso equívoco pensar que nessa questão “saberemos nos virar sozinhos”. 1 – O que significa aqui a palavra “sabedoria”, em grego sophia? Não devemos imaginar nela a sabedoria humana, a filosofia, principalmente se relacionada às questões últimas: “quem está acima do curso do universo?” e “qual é a origem e o sentido da vida humana e de toda a história dos povos?”. Aqui a Escritura sentencia que, em decorrência da rebelião do ser humano contra Deus, o pensamento humano está “obscurecido” (Rm 1.21; Ef 4.18), porque o pecado se coloca como uma parede de nuvens entre nós e Deus. De qualquer modo, nesse aspecto o pensamento desvinculado de Deus, autocrático e arbitrário do ser humano encontra-se no caminho falso (Rm 1.22; 1Co 1.19,27; 1Co 2.14). Não somente o querer da pessoa natural, mas igualmente seu pensar foi condenado e “cruzado” pela cruz de Jesus, que na realidade representa o juízo de Deus sobre nós. Por nova sabedoria “espiritual”, no entanto, a Bíblia compreende o reconhecimento concedido e produzido por meio do Espírito de Deus: o reconhecimento daquilo que Deus faz e do que ele espera que o ser humano faça (1Co 1.24; 2.6s; 12.8; Ef 1.17; Cl 1.9; Tg 3.13,17). a) A percepção, a compreensão para aquilo que Deus faz. Por meio de Jesus Cristo, seu Filho, Deus nos confidenciou informações acerca de seu plano, seus caminhos e seus alvos (Jo 15.15). Especialmente 1Co 2 mostra o sublime alvo da sabedoria divina, a nossa glória (1Co 2.7). “Glória é divindade revelada” (F. Oetinger). A Escritura não apenas afirma que um dia estaremos na glória, mas que nós mesmos seremos glória (como também consta textualmente em Cl 3.4). É para nós uma “sabedoria na poeira”, como disseram os pais do Pietismo suábio, pela qual o ser humano se torna pequeno e Deus, grande. Isso é teologia em sentido genuíno, à qual todo cristão pensante é convocado: acompanhar pela reflexão, em admiração e gratidão, os grandes pensamentos que nos foram revelados por Deus em Jesus Cristo, e deixar que nos levem aos alvos de Deus. Conversão a Jesus Cristo não exige renúncia à razão. Pelo contrário, agora o ser humano foi liberto e iluminado para um novo pensar. Nosso pensar foi “batizado” na morte de Cristo e vivificado com ele, situando-se na obediência a ele (2Co 10.5). Nosso Senhor Jesus Cristo nos foi dado precisamente para que sejamos libertos de nosso pensar (e logo também do viver) errado para o pensar (e viver) correto. “Jesus Cristo foi feito por Deus para nós sabedoria” (1Co 1.30). Sim, em nosso Senhor Jesus Cristo, no evangelho a seu respeito, foram-nos franqueados a inesgotável fonte da sabedoria de Deus, o caminho e o alvo: o reconhecimento daquilo que Deus faz e fará com cada ser humano, com sua igreja e com todo o seu mundo. Da mesma forma o reconhecimento do que ele espera de nós em uma vida condizente com Jesus – de nós como pessoas que por meio do seu Espírito são igualadas com a figura do Primogênito. “Em Cristo estão ocultos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento” (Cl 2.3). b) Em segundo lugar, na acepção da Escritura sabedoria significa – algo já assinalado acima – a compreensão daquilo que Deus deseja que seja feito por nós, os seus. Por isso, para Tiago importa principalmente a pergunta: como nós nos comportamos em nosso dia-a-dia, na colorida mudança da realidade, particularmente nas adversidades, nos contratempos, nas provas – será de forma agradável a Deus e de modo a representar um testemunho de Cristo também perante nosso entorno, com palavra, ação e ser?

Existem dois tipos de sabedoria, a humana; proporcionada pelas experiências da vida e a de Deus; proporcionada por Ele, à medida que ampliarmos nossa comunhão.

Não podemos afirmar, mas Noemi deve ter contado a Rute sobre seu povo e como viviam e provavelmente deve ter lhe falado sobre o Deus a quem serviam e isto pode ter despertado em Rute o desejo por conhecer este Deus.

Esta foi a melhor decisão que ela pôde tomar em sua vida, pois seu futuro mudaria de forma grandiosa.

Rute teria experiências maravilhosas com o Senhor que fariam sua história ser conhecida nos confins da Terra.

Em se tratando de decisões, diferentemente da que Rute tomou, temos a do filho pródigo que escolheu antecipar seu futuro, pedindo a seu pai que lhe dessa sua parte da herança em vida.

Existem três características marcantes na vida das pessoas descontentes, vejamos:

  • Desejam antecipar o futuro
  • Tomam decisões erradas
  • Colhem resultados amargos

A palavra assertiva tem o sentido de firme, segura e correta e foi exatamente isto que Rute fez.

1.3 – Caminhe com alguém que te aproxime de Deus

Evangelista Leonardo Novais de Oliveira

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Postado por ebd-comentada


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