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Betel Adultos – 3º Trimestre 2020 – 19-07-2020 – Lição 3 – Diante do caos iminente, Deus nos concede o escape

16/07/2020

Este post é assinado por Leonardo Novais de Oliveira

TEXTO ÁUREO

“Tu falarás tudo o que eu te mandar; e Arão, teu irmão, falará a Faraó que deixe ir os filhos de Israel da sua terra.” (Êxodo 7.2)

TEXTOS DE REFERÊNCIA

ÊXODO 14.22-25

22 E os filhos de Israel entraram pelo meio do mar em seco; e as águas foram-lhes como muro à sua direita e à sua esquerda.

23 E os egípcios seguiram-nos, e entraram atrás deles todos os cavalos de Faraó, os seus carros e os seus cavaleiros, até o meio do mar.

24 E aconteceu que, na vigília daquela manhã, o Senhor, na coluna de fogo e de nuvem, viu o campo dos egípcios; e alvoroçou o campo dos egípcios.

25 E disse o Senhor a Moisés: Estende a tua mão sobre o mar, para que as águas tornem sobre os egípcios, sobre os seus carros e sobre os seus cavaleiros.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

  • Mostrar o cuidado de Deus na crise. 
  • Ressaltar que Deus vê o nosso sofrimento. 
  • Esclarecer que Deus tem a sua hora de agir.

INTRODUÇÃO

Olá irmãos e irmãs, Paz do Senhor.

Esta lição abordará uma das histórias mais marcantes de toda a Bíblia, a libertação miraculosa do povo hebreu da escravidão no Egito.

O Senhor havia escolhido Moisés para aquela obra e o havia preparado para isto quando lhe chamou da sarça ardente.

“Disse mais: Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó. E Moisés encobriu o seu rosto, porque temeu olhar para Deus. E disse o SENHOR: Tenho visto atentamente a aflição do meu povo, que está no Egito, e tenho ouvido o seu clamor por causa dos seus exatores, porque conheci as suas dores. Portanto, desci para livrá-lo da mão dos egípcios e para fazê-lo subir daquela terra a uma terra boa e larga, a uma terra que mana leite e mel; ao lugar do cananeu, e do heteu, e do amorreu, e do ferezeu, e do heveu, e do jebuseu. E agora, eis que o clamor dos filhos de Israel chegou a mim, e tenho visto a opressão com que os egípcios os oprimem. Vem agora, pois, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo, os filhos de Israel, do Egito”. (Ex 3.6-10 – ARC)

Moisés tinha aproximadamente 80 anos (Ex 7.7) quando o Senhor apareceu a ele na sarça e sua vida foi completamente mudada dali para frente através de sua comunhão com o Senhor e das experiências que vivenciou.

A experiência da sarça ardente revelou a Moisés o Deus que ele conhecia através das histórias de sua mãe biológica em contraste com as histórias que sua mãe Egípcia, provavelmente lhe contava.

Toda a tecnologia que Moisés conhecia através do país em que fora criado e, diga-se de passagem, era o país mais desenvolvido de todo o mundo conhecido naquela época, se tornou insignificante quando teve a experiência de ver o Senhor se manifestando através de uma sarça que queimava, mas não era consumida pelo fogo.

Dali para frente ele experimentaria situações que nunca, nenhum homem havia experimentado.

O Senhor fez grandes milagres através de suas mães e livrou o povo hebreu que estava escravo por mais de 400 anos.

Foram 10 pragas, conhecidas como “As pragas do Egito”, onde o Senhor praticamente devastou aquele império que era extremamente poderoso, mas que não acreditavam que havia alguém mais poderoso que eles, pois Faraó era considerado deus.

O Senhor mostrou a ele e a todo Egito que só havia um Deus e que Ele o era e fez com que Faraó praticamente expulsasse os hebreus do Egito.

Porém, pouco depois daquele numeroso povo sair do Egito o coração daquele poderoso governante se voltou contra o Senhor e seu povo de tal forma, que ele reuniu seu exército para perseguir os hebreus e encontrá-los.

O texto que foi escolhido como texto referência desta lição nos mostra o que aconteceu após quase 3 milhões de pessoas saírem do Egito para nunca mais voltar.

Aprenderemos nesta lição algumas particularidades a respeito do agir de Deus e de seu cuidado para aqueles que se denominam e realmente são seu povo.

Que o Senhor nos abençoe e que sejamos um canal de benção para nossos alunos.

1 – O CUIDADO DE DEUS NA CRISE

O profeta Isaías escreveu no livro que leva seu nome um texto que exalta a magnitude do Senhor, nos mostrando o seguinte:

“Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera”. (Is 64.4 – ACF)

Nunca houve, nem tampouco haverá um Deus que seja pessoal, que conheça seu povo e que trabalhe em prol dele.

As histórias bíblicas, de Gênesis a Apocalipse demonstram a grandeza do Senhor e seu amor para com seu povo.

Mesmo quando Israel se voltava contra Ele, seu amor prevalecia lhes dando a oportunidade de se arrependerem.

Deus é tão maravilhoso que quando enviou Jesus, que se chama o Cristo para salvar os judeus, o fez em um momento de enorme cegueira espiritual.

“E aconteceu que, estando sentado à mesa em casa deste, também estavam sentados à mesa com Jesus e com seus discípulos muitos publicanos e pecadores, porque eram muitos e o tinham seguido. E os escribas e fariseus, vendo-o comer com os publicanos e pecadores, disseram aos seus discípulos: Por que come e bebe ele com os publicanos e pecadores? E Jesus, tendo ouvido isso, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas sim os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores”. (Mc 2.15-17 – ARC)

Os judeus, que haviam recebido do Senhor Sua própria Lei, haviam se esquecido dos verdadeiros ensinamentos e se tornado homens soberbos, prepotentes e cheios de si e, no texto acima, conhecendo o coração dos fariseus que o estavam ouvindo, Jesus diz que não havia vindo para chamar os justos, mas sim os pecadores, porém, a verdade é que não existiam justos, pois todos eram pecadores.

O grande problema dos fariseus era não reconhecer que haviam se afastado terrivelmente dos caminhos do Senhor e estavam completamente cegos.

Isto fica muito evidente quando o Senhor os chama de filhos do diabo, no capítulo 8 do Evangelho escrito por João. Eles acreditavam que eram filhos espirituais e por descendência de Abraão, mas o Senhor disse que eles eram filhos do diabo.

Diante da enorme crise espiritual que Israel vivia, o Senhor Deus Todo Poderoso envia seu próprio filho não para condenar o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele.

E esta tem sido a ação de Deus desde o início dos tempos, prover uma solução para que o homem estivesse perto Dele.

Quando Adão e Eva cozeram folhas para se esconder de Deus, o Senhor matou um animal, tirou-lhe a pele e fez túnicas para eles, demonstrando que nada que o homem fizesse conseguiria aproximá-lo de Deus, mas, somente aquilo que Deus providenciasse como elo teria este poder.

Muito tempo depois o Senhor instituiu os sacrifícios como forma de não destruir o homem por causa de seus pecados.

E, milhares de anos mais tarde, veio Jesus, o Salvador de toda a humanidade, para que TODO aquele que Nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus”.  (Jo 3.16-18 – ARC) 

Desta forma, fica patente que o cuidado de Deus diante de qualquer crise é evidenciado através de sua obra e ação.

No caso dos hebreus que haviam saído do Egito e estavam caminhando em direção à Terra prometida, não foi diferente, pois experimentaram um grande livramento.

1.1 – Deus sempre levanta alguém para nos socorrer

Proibida a cópia parcial ou total deste material – Sujeito a penas legais https://ebdcomentada.com 

Deus tem suas maneiras de agir e nem sempre nós compreendemos.

A Bíblia nos mostra a história de Ezequias, rei da nação de Judá no segundo livro dos Reis de Israel, deixando claro que por causa do clamor de Ezequias, Ele envia um anjo que foi responsável pela morte de cento e oitenta e cinco mil soldados, leiamos:

“E Isaías lhes disse: Assim direis a vosso senhor: Assim diz o SENHOR: Não temas as palavras que ouviste, com as quais os servos do rei da Assíria me blasfemaram. Eis que meterei nele um espírito e ele ouvirá um ruído e voltará para a sua terra; à espada o farei cair na sua terra”. (2 Rs 19.6,7 – ARC)

Aquela pequenina nação havia sido sitiada pelo reino mais poderoso de todo o mundo, conhecido como Assíria e, com suas próprias forças, nunca poderia ter escapado, porém, o Senhor enviou um anjo que fez um massacre no exército assírio, vejamos:

“Por causa do teu furor contra mim e porque a tua revolta subiu aos meus ouvidos, portanto, porei o meu anzol no teu nariz e o meu freio, nos teus lábios e te farei voltar pelo caminho por onde vieste”. (2 Rs 19.28 – ARC) 

“Sucedeu, pois, que naquela mesma noite, saiu o anjo do SENHOR e feriu no arraial dos assírios a cento e oitenta e cinco mil deles; e, levantando-se pela manhã cedo, eis que todos eram corpos mortos”. (2 Rs 19.35 – ARC) 

O Teólogo Americano Norman Champlim nos dá uma explicação interessante sobre este texto:

“Houve uma intervenção divina direta, e o agente dessa intervenção foi o Anjo do Senhor. Talvez o autor sagrado queira indicar algum tipo de praga, enviada por Deus, como aquelas que castigaram os egípcios. Essa matança em massa não é confirmada por nenhuma fonte informativa extrabíblica. Heródoto {Hist. 11.141) fala de uma derrota contundente que os assírios sofreram, mas isso foi às mãos dos egípcios. Alguns eruditos pensam que temos aqui uma lenda, baseada no “pensamento de desejo”. Nessa “lenda”, ratos do campo foram os agentes destruidores. Isso poderia apontar para a peste bubônica. A migração e grande multiplicação de roedores, no Oriente, naquele tempo, era um fenômeno bem conhecido e bastante comum, e o texto presente pode envolver algo parecido com isso. Registros históricos dos assírios podem ter deixado de ser produzidos por causa da vergonha sofrida. Ninguém gosta de narrar suas próprias derrotas. Josefo assevera que uma pestilência foi o agente da presente história. Cento e oitenta e cinco mil soldados assírios morreram, uma coisa fantástica para acontecer tão rapidamente. Quando o povo de Israel se levantou na manhã seguinte, seus inimigos eram cadáveres. Israel saiu e descobriu a tremenda extensão da catástrofe. Jerusalém, pois, foi libertada sem luta. Alguns estudiosos pensam que uma grande tempestade ou terremoto tenha sido o agente do desastre. O autor sagrado deixa-nos a indagar sobre o modus operandi do acontecimento.” 

A Bíblia também nos mostra outra passagem onde o Senhor age de forma miraculosa livrando outra vez a nação de Judá, na época, governada por Josafá, vejamos:

“Então, veio o Espírito do SENHOR, no meio da congregação, sobre Jaaziel, filho de Zacarias, filho de Benaías, filho de Jeiel, filho de Matanias, levita, dos filhos de Asafe, e Jaaziel disse: Dai ouvidos todo o Judá, e vós, moradores de Jerusalém, e tu, ó rei Josafá. Assim o SENHOR vos diz: Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois a peleja não é vossa, senão de Deus. Amanhã, descereis contra eles; eis que sobem pela ladeira de Ziz, e os achareis no fim do vale, diante do deserto de Jeruel. Nesta peleja, não tereis de pelejar; parai, estai em pé e vede a salvação do SENHOR para convosco, ó Judá e Jerusalém; não temais, nem vos assusteis; amanhã, saí-lhes ao encontro, porque o SENHOR será convosco”. (2 Cr 20.14-17 – ARC) 

“E aconselhou-se com o povo e ordenou cantores para o SENHOR, que louvassem a majestade santa, saindo diante dos armados e dizendo: Louvai o SENHOR, porque a sua benignidade dura para sempre. E, ao tempo em que começaram com júbilo e louvor, o SENHOR pôs emboscadas contra os filhos de Amom e de Moabe e os das montanhas de Seir, que vieram contra Judá e foram desbaratados. Porque os filhos de Amom e de Moabe se levantaram contra os moradores das montanhas de Seir, para os destruir e exterminar; e, acabando eles com os moradores de Seir, ajudaram uns aos outros a destruir-se. Entretanto, chegou Judá à atalaia do deserto; e olharam para a multidão, e eis que eram corpos mortos, que jaziam em terra, e nenhum escapou. E vieram Josafá e o seu povo para saquear os despojos e acharam neles fazenda e cadáveres em abundância, como também objetos preciosos; e tomaram para si tanto, que não podiam levar mais; três dias saquearam o despojo, porque era muito”. (2 Cr 20.21-25 – ARC) 

Até hoje aquele povo não sabe exatamente o que lhes aconteceu, mas nós sabemos que foi a mão do Senhor que peleja pelo seu povo.

O instrumento utilizado por Deus para livrar o povo hebreu foi Moisés. Não sabemos por que o Senhor o escolheu, porém, o fez e aquele homem foi extremamente usado por Deus para manifestar ao Egito que existia um Deus acima de todos aqueles semideuses que eram cultuados por eles.

Moisés viu as 10 pragas de Deus devastarem o reino mais poderoso do mundo e viu muito mais.

1.2 – Chega de sofrimento

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Conforme estudado em outras lições, quando o Senhor fala com Abrão em Gênesis, capítulo quinze, o recordando sobre a promessa de lhe dar um filho e uma grande descendência, Ele informa ao patriarca que sua descendência seria escrava por longo tempo, porém, no tempo previsto, Ele os livraria.

O escritor do livro de Gênesis mostra tal passagem com grande clareza, leiamos:

“E, pondo-se o sol, um profundo sono caiu sobre Abrão; e eis que grande espanto e grande escuridão caíram sobre ele. Então, disse a Abrão: Saibas, decerto, que peregrina será a tua semente em terra que não é sua; e servi-los-á e afligi-la-ão quatrocentos anos. Mas também eu julgarei a gente à qual servirão, e depois sairão com grande fazenda”. (Gn 15.12-14 – ARC)

Isto aconteceu algumas centenas de anos antes de Moisés nascer e realmente o povo viveu escravo durante mais de 400 anos, após a morte de José, quando um faraó que não conhecia o verdadeiro Deus, foi levantado para governar o Egito.

“Depois, levantou-se um novo rei sobre o Egito, que não conhecera a José, o qual disse ao seu povo: Eis que o povo dos filhos de Israel é muito e mais poderoso do que nós. Eia, usemos sabiamente para com ele, para que não se multiplique, e aconteça que, vindo guerra, ele também se ajunte com os nossos inimigos, e peleje contra nós, e suba da terra. E os egípcios puseram sobre eles maiorais de tributos, para os afligirem com suas cargas. E edificaram a Faraó cidades de tesouros, Pitom e Ramessés. Mas, quanto mais os afligiam, tanto mais se multiplicavam e tanto mais cresciam; de maneira que se enfadavam por causa dos filhos de Israel. E os egípcios faziam servir os filhos de Israel com dureza; assim, lhes fizeram amargar a vida com dura servidão, em barro e em tijolos, e com todo o trabalho no campo, com todo o seu serviço, em que os serviam com dureza”. (Ex 1.8-14 – ARC)

A Bíblia nos mostra que após a morte deste faraó, o clamor dos hebreus subiram até o Senhor que os ouviu e resolveu libertá-los, pois havia se cumprido o tempo determinado, ou seja, os 400 anos que Ele havia dito para Abraão que sua descendência seria escrava em terra estranha.

“E aconteceu, depois de muitos destes dias, morrendo o rei do Egito, que os filhos de Israel suspiraram por causa da servidão e clamaram; e o seu clamor subiu a Deus por causa de sua servidão. E ouviu Deus o seu gemido e lembrou-se Deus do seu concerto com Abraão, com Isaque e com Jacó; e atentou Deus para os filhos de Israel e conheceu-os Deus”. (Ex 2.23-25 – ARC) 

Vale a pena reforçarmos que Deus sempre ouve o clamor de seu povo e no momento certo, os socorre.

A futura nação de Israel teria inúmeros testemunhos sobre este agir de Deus e continua tendo até hoje.

A conhecida “Guerra dos Seis Dias” foi um exemplo que Deus ainda peleja pelos seus, vejamos:

A Enciclopédia digital Wikipedia nos mostra que “a Guerra dos Seis Dias foi uma derrota para os Estados Árabes, que perderam mais de metade do seu equipamento militar. A Força Aérea da Jordânia foi completamente destruída. Os árabes sofreram 18 000 baixas, enquanto do lado de Israel houve 766. Quanto a Israel, teve resultados consideráveis como consequência da guerra. As fronteiras sob controle eram agora maiores e incluíam as colinas de Golã (controle dividido com os sírios), a Cisjordânia (“Margem Ocidental”) e a península do Sinai com controle dividido com os egípcios. O controle de Jerusalém foi de considerável importância para o povo judeu por causa do valor histórico e religioso, já que a cidade foi judaica há cerca de 2000 anos atrás, quando os romanos expulsaram os judeus. Depois, com o passar dos séculos, Jerusalém esteve quase sempre sob o controle de grandes impérios, como o Bizantino, o Otomano e o Britânico, sendo que, apenas após a guerra, voltaria totalmente ao controle de um estado judeu.”

Humanamente falando, era impossível que Israel conseguisse vencer o poderoso exército árabe de mais de cem mil homens e os judeus realmente acreditam que somente um agir sobrenatural de Deus pôde prover tal acontecimento.

O site pt.chabad.org nos mostra o que os judeus acreditam que tenha acontecido, leiamos:

“…Na verdade, ocorreram amplos milagres, bastante óbvios, na última guerra. O milagre em geral, que agora foi divulgado, embora não publicado de maneira geral, é a sobrevivência após os primeiros poucos dias da guerra, quando até mesmo Washington estava seriamente preocupado se o exército israelense conseguiria deter o tremendo irromper do primeiro ataque lenta e gradualmente, alguns detalhes agora estão sendo revelados também na imprensa israelense, sobre como foi grave o perigo naqueles primeiros dias da guerra. O maior milagre foi que os egípcios cessaram sua invasão sem nenhum motivo, a alguns quilômetros apenas a leste do Canal. A estratégia militar óbvia teria sido deixar algumas posições na retaguarda, e com o enorme exército de 100.000 homens armados até os dentes, marchar em direção ao Sinai, onde naquela ocasião não havia defesa organizada de qualquer consequência militar. Isso é algo que não pode ser explicado na ordem natural das coisas, exceto como está escrito: “O medo dos judeus caiu sobre eles,”1 em face dos relatórios da inteligência deles sobre o completo despreparo dos judeus em Erets Yisrael naquela época”. 

Assim como a Guerra dos Seis Dias não poderia ter sido vencida pelo exército de Israel, os hebreus não poderiam ter sido libertos da escravidão do Egito a não ser pela poderosa mão do Senhor e isto aconteceu quando o clamor do povo chegou aos “ouvidos” de Deus.

O profeta Isaías falando à nação de Israel as palavras do Senhor escreve:

“Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem o seu ouvido, agravado, para não poder ouvir”. (Is 59.1 – ARC) 

O comentarista da lição cita o Salmo 124, verso 8 para dar ênfase ao livramento do Senhor, vejamos:

“O nosso socorro está em o nome do SENHOR, que fez o céu e a terra”. (ARC) 

Quando Jesus havia ministrado um discurso duro para com aqueles que lhe ouviam, a multidão começou a se dispersar e lentamente foi se dissipando, sendo assim, o Senhor se vira para seus discípulos e diz:

“Desde então, muitos dos seus discípulos tornaram para trás e já não andavam com ele. Então, disse Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos? Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna, e nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho de Deus”. (Jo 6.66-69 – ARC) 

Não podemos nos esquecer destas palavras, pois nosso socorro realmente vem do Senhor.

1.3 – Um fio de esperança

Evangelista Leonardo Novais de Oliveira

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Postado por ebd-comentada


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