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Betel Adultos – 3º Trimestre 2020 – 06-09-2020 – Lição 10 – Atravessando a crise com perseverança

03/09/2020

Este post é assinado por Leonardo Novais de Oliveira

TEXTO ÁUREO

Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus estatutos.” Salmo 119.71

TEXTOS DE REFERÊNCIA

Jó 1.8-12

 8 E disse o Senhor a Satanás: Observaste tu a meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem sincero, e reto, e temente a Deus, e desviando-se do mal. 

9 Então respondeu Satanás ao Senhor, e disse: Porventura teme Jó a Deus debalde? 

10 Porventura não o cercaste tu de bens a ele, e a sua casa, e a tudo quanto tem? A obra de suas mãos abençoaste, e o seu gado está aumentado na terra. 

11 Mas estende a tua mão, e toca-lhe em tudo quanto tem, e verás se não blasfema de ti na tua face! 

12 E disse o Senhora Satanás: Eis que tudo quanto tem está na tua mão; somente contra ele não estendas a tua mão. E Satanás saiu da presença do Senhor.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

  • Expor a sutileza de Satanás contra os cristãos. 
  • Demonstrar a autoridade de Deus sobre Satanás. 
  • Apresentar a grandeza da misericórdia divina.

INTRODUÇÃO

O livro de Jó tem preciosos ensinamentos para todos aqueles que o leem.

Este livro é composto por 42 capítulos e 1070 versículos e provavelmente é um dos mais antigos que fazem parte do cânon sagrado.

Não sabemos ao certo qual é a data em que foi escrito, porém, os eruditos acreditam que fora escrito entre o ano 2000 e 1000 a.C.

Esta crença está relacionada ao fato de Jó ter sido; provavelmente; um patriarca da fé, pois, em sua época, a Lei de Deus, dada a Moisés e ao povo hebreu ainda não existia.

Acredita-se que a autoria do livro seja de Moisés, porém, não temos como provar tal questão, sendo assim, optamos por não afirmar.

O livro de Jó aborda assuntos de imensa importância para todo povo de Deus, tanto os judeus do A.T. como os cristãos do N.T., e tais assuntos são:

  • A existência de pessoas que podem servir de exemplo;
  • Os atributos de Deus;
  • A possibilidade de existir sofrimento mesmo na vida dos mais piedosos;
  • O sofrimento dos justos;
  • A existência de satanás, do mal e dos ataques contra os servos de Deus;
  • A necessidade de reconhecermos que Deus tem o controle de todas as coisas em suas mãos.

TODOS estes assuntos são apoiados e reforçados no N.T. e são base para compreendermos algumas questões marcantes, especialmente a do sofrimento dos justos.

Alguns autores acreditam que o Senhor escolheu o livro de Jó para demonstrar a TODOS os seus, que o sofrimento pode ser e é pedagógico, ou seja, tem como finalidade principal o ensino.

O início do livro de Jó e seu desenvolvimento, nos mostram que o patriarca precisava conhecer a Deus mais de perto e as experiências negativas fizeram com que ele se aproximasse do Senhor e ao final de tudo escrevesse:

“Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te veem os meus olhos. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza”. (Jó 42.5,6 – ARC) 

Vale a pena reforçarmos que naquela época a Palavra do Senhor não existia, tal como conhecemos hoje, sendo assim, as experiências eram de grande valia.

Nos dias de hoje elas continuam sendo, porém, não podem tomar um lugar de importância maior do que a Palavra de Deus.

Vamos nos aprofundar no conhecimento do livro de Jó.

1 – A CRISE PODE CHEGAR PARA TODOS

Mais uma vez abordaremos um assunto importante que precisa ficar claro para todos os cristãos, pois apesar de todas as facilidades que temos para adquirir Bíblias e livros de estudo, muitos ainda tem uma visão equivocada sobre as provações.

Biblicamente, as situações difíceis encontram TODAS as pessoas, independentemente da cor, credo, posição social, sexo e outras coisas.

A Bíblia deixa isto claro, tanto no A.T. como no N.T.

“Tudo sucede igualmente a todos: o mesmo sucede ao justo e ao ímpio, ao bom e ao puro, como ao impuro; assim ao que sacrifica como ao que não sacrifica; assim ao bom como ao pecador; ao que jura como ao que teme o juramento”. (Ec 9.2 – ARC)

Em outra tradução:

“O mesmo acontece com todos, sejam bons e ruins, religiosos ou pagãos, obedientes a Deus ou não”. (BV)

O escritor americano Michael Eaton comenta algo interessante sobre este texto:

“A frase de abertura é bem traduzida na RV e ARA: Tudo sucede igualmente a todos. Não se aplica necessariamente só à morte, embora a passagem prossiga neste sentido. O ponto de enfoque é, simplesmente, que o justo não é favorecido. Barton vê aqui uma referência a um homem vítima do trabalho árduo de modo visível pela providência, nem o injusto admoestado de modo visível pela providência. A própria morte chega, sem discriminação, a todos. A RSV acrescenta e ao mau, depois de ao bom, seguindo versões antigas; a frase adicional não está no TM. É provável que ao que jura não se refira ao juramento profano, ou atrevido (conforme a maior parte interpreta; cf. Êx 20:7; Mt 5:34), mas, ao juramento “pelo nome do Senhor” (Dt 6:13; 10:20), que era parte da lealdade à aliança. Aquele que evita o juramento (RSV; melhor do que AV que teme o juramento, significando que honra o juramento; cf. 1 Sm 14:26) refere-se à pessoa que evita a lealdade à aliança. Esta opinião é mantida pelo fato de a série de contrastes trazer as boas características em primeiro lugar (como observa Plumptre)”.

No Novo Testamento, Jesus reafirmou tal ensinamento escrito no livro de Eclesiastes.

“…para que sejais filhos do Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons e a chuva desça sobre justos e injustos”. (Mt 5.45 – ARC)

O contexto deste versículo de Mateus nos fala sobre o amor, porém, podemos aprender que o Senhor, como Pai, cuida de todos.

Voltando ao livro de Jó, apesar da Bíblia dizer no versículo 1 do capítulo 1, que aquele homem era um exemplo e foi citado pelo próprio Deus como tal, o sofrimento chegou até ele.

A Bíblia nos mostra uma conversa entre satanás e o Senhor e, nesta conversa, Deus elogia Jó e diz para o inimigo da nossa vida, que aquele homem era um exemplo a ser seguido, porém, como o propósito de satanás é destruir toda harmonia e bondade, ele confronta o Senhor afirmando que o comportamento justo, íntegro e reto de Jó era por interesse e, propõe ao Senhor um desafio.

“E disse o SENHOR a Satanás: Observaste tu a meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem sincero, e reto, e temente a Deus, e desviando-se do mal. Então, respondeu Satanás ao SENHOR e disse: Porventura, teme Jó a Deus debalde? Porventura, não o cercaste tu de bens a ele, e a sua casa, e a tudo quanto tem? A obra de suas mãos abençoaste, e o seu gado está aumentado na terra. Mas estende a tua mão, e toca-lhe em tudo quanto tem, e verás se não blasfema de ti na tua face! E disse o SENHOR a Satanás: Eis que tudo quanto tem está na tua mão; somente contra ele não estendas a tua mão. E Satanás saiu da presença do SENHOR”. 

Este texto nos mostra que o controle está nas mãos de Deus e que satanás, que “anda pelo mundo”, precisa da permissão de Deus para agir contra os salvos.

Existe uma série de implicações bem complexas sobre esta conversa entre Deus e satanás e o teólogo Norman Champlim nos dá uma explicação importante para nos auxiliar na compreensão destas implicações.

“Deparamos aqui com alguns problemas teológicos: porventura Deus barganha com Satanás e testa Seu povo com provas severas, apenas para provar um ponto a um adversário cínico? Nesse caso, então já temos nossa explicação sobre o problema do mal, pelo menos no que dizia respeito a Jó e, por analogia, a muitos outros casos. A resposta é a seguinte: “O problema do mal, e por que os homens sofrem como sofrem, pelo menos em alguns casos, deriva das barganhas de Deus com Satanás, o qual quer submeter os crentes a teste, para mostrar que eles são hipócritas”. Na quinta seção da Introdução ao livro, não alisto isso como uma das razões dos sofrimentos humanos, porquanto não o considero possível. De fato, essa é uma teologia má, não me importo quem a promova. Portanto, o que podemos dizer sobre esta seção? 1. Primeiramente, de acordo com a mente dos hebreus, que era sempre religiosa e nada filosófica, a principal coisa em vista é a “adoração desinteressada”, e não, estritamente falando, o problema do mal. A piedade de Jó baseava-se em motivos egoístas? O autor estava falando sobre a possibilidade de uma devoção genuína e autêntica, não como aspecto principal (juntamente com Habacuque e o salmista): “Por que os ímpios prosperam e por que os justos sofrem?”. O autor do livro de Jó usa o problema do mal como um modo de investigar a sua consideração primária: Haverá alguém que adore a Deus por causa de Deus, e não para atender a seus próprios propósitos egoístas? Não obstante, o livro também serve de pesquisa autêntica, para entendermos por que os homens sofrem, e por que sofrem como sofrem. Ver a quinta seção da Introdução, bem como, no Dicionário, o verbete intitulado Problema do Mal. 2. Quais eram as intenções do autor sacro (adoração genuína ou investigação sobre o problema do mal), quer dizer, sobre esse “acordo” de Deus com Satanás, que terminou por atingir a Jó de forma tão selvagem? Verdadeiramente, isso reflete uma teologia distorcida. Mas alguns intérpretes não concordam com esta minha avaliação.  3. Alguns estudiosos ultraconservadores dizem simplesmente: “Coisas assim podem acontecer. Deus dá a Satanás poder tal, que ele pode usá-lo para prejuízo de Seu próprio povo”. Entristeço-me por dizer ao leitor que esse é um crasso voluntarismo (ver a respeito na Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia). O voluntarismo é a doutrina que diz: “Aquilo que Deus faz é certo e aquilo que Ele quer é correto, a despeito de nossos padrões morais, que podem ser aplicados ao caso”. Mas temos de fazer uma distinção sobre aquilo que os “homens dizem que Deus é, e aquilo que Ele realmente é e faz”. O homem recebeu seus padrões morais da parte de Deus, o Doador, e Deus não está prestes a quebrar Suas próprias regras, especialmente se isso visa prejudicar Seu próprio povo. Penso que é ridículo dizermos que um homem inocente sofre (como foi o caso de Jó), por causa de alguma barganha cósmica entre Deus e Satanás. Como poderia Deus rebaixar-se a tanto? É a teologia humana que se rebaixa a essa posição, não o Deus Todo-poderoso. Temos aqui uma teologia primitiva, não iluminada pelas que se seguiram. Os homens têm alcançado melhor compreensão sobre a natureza, os atributos e as obras de Deus, e continuarão a mover-se cada vez mais para um entendimento melhor. A posição dos ultraconservadores tinha o mau hábito de deixar-nos com dogmas primitivos, que atualmente já melhoraram devido a maiores luzes. Quem disse que o Antigo Testamento foi iluminado pela mesma luz que temos no Novo Testamento? Por certo, a passagem dos séculos trouxe muitas doutrinas melhores, que não se adaptam bem a algumas doutrinas mais antigas. 4. Alguns eruditos dizem que a única coisa que temos no livro de Jó é uma boa história, usada como artifício literário para introduzir o drama que se segue, e que não devemos excitar-nos acerca da teologia que o livro contém. Não somos responsáveis por esse tipo de teologia, nem o autor original estava interessado em fazer declarações teológicas com sua história. Essa ideia, embora aberta a questionamentos, é melhor que a de número 3, pelo menos. A terceira interpretação é definitivamente forçada e deve ser rejeitada. A quarta interpretação resolve o problema teológico, mas, provavelmente, não é o que o autor sagrado tencionava. Quanto às doutrinas, especialmente as mais importantes, como a que transparece neste texto, que envolve uma compreensão da natureza divina, não devemos empregar textos do Antigo Testamento, especialmente trechos controvertidos. A teologia, tal como qualquer outro campo do conhecimento e da investigação, progride. E tem avançado para além da compreensão que o autor sacro detinha a respeito do texto diante de nós. Embora a questão essencial de Jó seja a verdadeira fé a qualquer custo, bem como a adoração que isso envolve, temos uma teodiceia que faz parte da questão da fé, bem como uma sondagem dentro do enigma do sofrimento. Finalmente, os inocentes podem sofrer e realmente sofrem. Nem todas as coisas ruins que acontecem podem ser atribuídas à Lei Moral da Colheita segundo a Semeadura. Os inocentes podem sofrer, e realmente sofrem, mas não pela razão sugerida na seção que se segue. Talvez, para certas pessoas, o sofrimento seja uma disciplina e uma escola, um plano intrincado para a melhoria através da adversidade. Mas isso não nos dá todas as respostas. Na presença de Deus, encontramos nossas respostas, mas no momento, elas estão veladas por um enigma, o enigma dos mistérios que circundam o Ser divino. É nesse ponto que precisamos de fé autêntica, a base da adoração autêntica.”

É de extrema importância que aqueles que se dedicam a estudar as escrituras, tenham a mente aberta para estudar as diversas posições existentes e ter sabedoria para escolher a que mais se aproxima da verdade.

1.1 – Existem momentos em que Deus nos prova

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Com o intuito de fazer com que Jó crescesse espiritualmente, o Senhor permite satanás tocar em sua vida, mas, deixa claro que ele não poderia matá-lo.

Os momentos de provação são muito difíceis, pois nos atinge naquilo que precisamos aprender e, por este motivo, existe sofrimento.

Ninguém quer sofrer, mas todos querem aprender, porém, as duas coisas são complementares.

Quando Paulo escreve o capítulo cinco de sua carta aos Romanos, ele nos mostra isto.

“E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a paciência; e a paciência, a experiência; e a experiência, a esperança. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado”. (Rm 5.3-5 – ARC)

Observemos que a tribulação, ou seja, os vários tipos de sofrimento, produzem em nós a paciência, a experiência e a esperança e isto nos faz crescer.

A escritora Cris Mendonça escreveu uma frase interessante sobre este assunto: “Crescer dói porque exige resignação. Nem tudo é como a gente deseja! As cascas se quebram aos poucos e as dores vão nos tocando como um pequeno despertar.”

Existe uma dor sofrida pelas crianças conhecida como “dor do crescimento” e, de acordo com as pesquisas 5% a 15% da população infantil enfrenta este problema ao menos uma vez na vida.

Verifiquemos que até para crescer fisicamente dói…

Deus usa a doença para nos mostrar que precisamos rever alguns conceitos e colocar o Senhor como o doador da vida; usa a falência para nos mostrar que Ele é aquele que nos dá o sustento, usa a perseguição para nos mostrar que precisamos descansar Nele e entregar nossos “adversários” em Suas mãos.

Imaginemos que, se Jó era um homem justo, íntegro e temente a Deus e, ainda assim, foi terrivelmente provado, é fácil acreditar que TODOS sofrem.

Existem no mínimo três causas pelas quais o ser humano é atingido pelo mal:

  • Por causa do pecado original;
  • Por causa da ação de satanás;
  • Por causa do estilo de vida da pessoa.

Em muitas situações, estas causas estão associadas, mas no caso de Jó, seu estilo de vida era íntegro e não foi causa de seu sofrimento.

Satanás atacou Jó de uma forma tão forte que seus filhos morreram, toda sua fazenda foi destruída e, após isto, sua saúde foi terrivelmente atacada por satanás.

Não sabemos qual era a doença de Jó, porém, acredita-se que ele tinha um tipo de câncer que se alastrou por todo seu corpo, produzindo feridas terríveis e um cheiro muito forte. Alguns estudiosos acreditam que Jó teve um tipo de lepra.

Durante todo o processo de provação, é muito importante refletirmos sobre o(s) motivo(s) pelo(s) qual(is) estamos sendo provados e meditar nestes até que aprendamos.

Enquanto Jó não reconheceu a soberania de Deus seu sofrimento não terminou e em nossa vida, acontece da mesma forma.

Infelizmente, muitos cristãos sofrem até a morte por não desejarem reconhecer que o Senhor é poderoso e controla todas as coisas.

Conheci líderes religiosos extremamente legalistas e rígidos que ficaram terrivelmente doentes até reconhecerem que haviam pecado contra Deus e feito centenas de pessoas sofrerem.

É necessário que desenvolvamos um coração como teve Davi, ou seja, um coração que reconhece quando está errado e sofre o dano da culpa.

Será que Jó não tinha culpa? Será que existe algum ser humano isento de culpa?

1.2 – Deus nunca nos abandona

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O escritor aos hebreus nos deixa um versículo sobre o cuidado que o Senhor tem para aqueles que são Seus.

“Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei”. (Hb 13.5 – ARC)

O contexto nos fala sobre a o cuidado fraternal e nos mostra que precisamos ser solícitos para com aqueles que possuem mais necessidades que nós e que devemos exercer o amor, cuidando destes, pois o Senhor tem cuidado de nós e nunca tem nos desamparado.

No A.T. são raras passagens que mostram Deus como pai, porém, no N.T. existem inúmeras.

“Mas, agora, ó SENHOR, tu és o nosso Pai; nós, o barro, e tu, o nosso oleiro; e todos nós, obra das tuas mãos”. (Is 64.8 – ARC)

“E qual o pai dentre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou também, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente? Ou também, se lhe pedir um ovo, lhe dará um escorpião? Pois, se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem”? (Lc 11.11-13 – ARC) 

O cuidado do Senhor para aqueles que são Seus é tremendo e nos dá uma sensação de segurança enorme, porém, ainda que Ele seja um pai amoroso, isto não nos exime de sermos corrigidos por Ele e mesmo na correção, o amor de Deus é derramado por nós.

“Porque o SENHOR repreende aquele a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem”. (Pv 3.12 – ARC) 

Jó precisava compreender algumas questões e, desta forma, o Senhor lhe ensinou de uma forma que jamais esqueceria, pois o Senhor é um perfeito educador!

Saulo de Tarso se considerava um homem crente, servo de Deus e que fazia a obra do Senhor, porém, a Bíblia nos diz que ele precisou ser derrubado e ficar cego para que reconhecesse que estava errado.

“E, caindo em terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? E ele disse: Quem és, Senhor? E disse o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões. E ele, tremendo e atônito, disse: Senhor, que queres que faça? E disse-lhe o Senhor: Levanta-te e entra na cidade, e lá te será dito o que te convém fazer”. (At 9.4-6 – ARC)

A palavra grega utilizada por Paulo ao se dirigir aquele que havia falado com ele é “kyrios” que quer dizer senhor e é utilizada parar fazer menção a Deus.

Saulo ficou cego e não sabia quem era que lhe falava, mas reconheceu que a voz era de alguém muito importante e, naquele momento, ele reconheceu que Jesus era algo muito maior do que o que ele conhecia.

Jesus demonstrou seu amor para com Paulo derrubando-o e fazendo com que a cegueira o atingisse, mas com Jó, o Senhor usou uma força mais marcante e, dependendo do que tenhamos que aprender, a força será mais marcante…

Isto acontece por um simples motivo, Ele nos ama e deseja que cresçamos na graça e no conhecimento.

1.3 – Um livro que retrata o sofrimento humano

Evangelista Leonardo Novais de Oliveira

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Postado por ebd-comentada


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