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Betel Adultos – 1 Trimestre 2021- 07-03-2021 – Lição 10 – A vitória do povo de Deus

05/03/2021

Este post é assinado por Leonardo Novais de Oliveira

TEXTO ÁUREO

“Então respondeu a rainha Ester, e disse: Se, ó rei, achei graça aos teus olhos, e se bem parecer ao rei, dê-se-me a minha vida como minha petição e o meu povo como meu requerimento.” Ester 7.3

TEXTOS DE REFERÊNCIA

ESTER 7. 4-6,10 

4 Porque estamos vendidos, eu e o meu povo, para nos destruírem, matarem e lançarem a perder; se ainda por servos e por servas nos vendessem, calar-me-ia, ainda que o opressor não recompensaria a perda do rei. 

5 Então falou o rei Assuero, e disse à rainha Ester: Quem é esse? E onde está esse cujo coração o instigou a fazer assim? 

6 E disse Ester: O homem, o opressor e o inimigo é este mau Hamã. Então Hamã se perturbou perante o rei e a rainha.

10 Enforcaram, pois, a Hamã na forca que ele tinha preparado para Mardoqueu. Então o furor do rei se aplacou.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

  • Entender que Deus sempre protege Seus servos. 
  • Aprender que o auxílio de Deus chega na hora certa. 
  • Confirmar o zelo de Deus por Seus filhos.

INTRODUÇÃO

Olá irmãos e irmãs, Paz do Senhor.

Sem nenhum romantismo, o Senhor é um Deus que se preocupa com seus filhos.

Os textos do Novo Testamento sobre este assunto nos mostram que o amor fez com que Deus enviasse seu filho para morrer por todos os seres humanos, mas só seriam filhos, aqueles que cressem em Jesus, o  Cristo.

“Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que creem no seu nome, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (Jo 1.11-14 – ARC)

Vejamos que o texto nos mostra que João, o discípulo de Jesus inicia o evangelho de Jesus, que leva seu nome, demonstrando que este Jesus estava presente desde a criação do mundo e que veio como manifestação de Deus para os judeus, pois, SOMENTE ELES, eram conhecedores do Deus Todo Poderoso e SOMENTE ELES eram servos do Senhor.

O versículo 11 nos mostra que Jesus veio para este povo, porém, eles não o reconheceram como sendo o Mashiach (Messias) e, desta forma, a TODOS quantos o receberam; independentemente do credo, da cor, do sexo, do pecado e de qualquer outra coisa; receberam DE DEUS o poder ou a força para serem filhos de Deus.

Porém, existia uma condição EXCLUSIVA E DETERMINANTE que era crer que Jesus.

O texto não fala sobre mais nada, a não ser crer em Jesus.

O mesmo João, escreve na sua primeira carta um tipo de complemento sobre este assunto.

“Vede quão grande caridade nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus. Por isso, o mundo não nos conhece, porque não conhece a ele”. (1 Jo 3.1 – ARC)

O amor de Deus é tão grande a ponto de enviar seu filho para morrer por nós e colocar uma única condição para ter acesso a Ele, crer que Jesus é Seu filho. Aleluia!

No A.T. os servos de Deus eram os judeus e poucos prosélitos (convertidos ao judaísmo) e o sinal da aliança entre o Senhor e seu povo era a obediência aos mandamentos.

Desta forma, Ester, Mardoqueu e os judeus que ainda habitavam na Pérsia, conheciam o que Deus exigia deles, ainda que muitos houvessem nascido naquele lugar.

O Senhor não pode mentir, pois sua essência não permite e a promessa para seu povo é extremamente agradável.

“Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem e faço misericórdia em milhares aos que me amam e guardam os meus mandamentos”. (Ex 20.5,6 – ARC)

Não sabemos exatamente quais foram os motivos que fizeram com que muitos judeus permanecessem na Pérsia, porém, fica claro que o Senhor os amava e os protegeria.

A história de Ester é uma prova claríssima do cuidado de Deus para com aqueles que haviam permanecido naquele lugar, pois, sendo uma jovem judia, foi escolhida para ser a rainha do império Persa.

Para muitos, isto foi uma coincidência, mas chamamos isto de “Plano perfeito de Deus”.

1 – DEUS NOS GARANTE A VITÓRIA

Existe um ar de triunfalismo na frase deste tópico e, para compreendermos o que a Bíblia nos diz sobre tal questão, faz-se necessário ler e interpretar os textos bíblicos.

Em se tratando do caso dos judeus que estavam na  Pérsia, não existia NENHUMA possibilidade de serem livres, pois o decreto já havia sido feito e sabemos que quando um decreto persa era promulgado, não existiam possibilidades para revogação, desta forma, somente uma ação sobrenatural de Deus poderia mudar a história daquele povo.

Em se tratando da ação de Deus, existem algumas possibilidades:

  • Envio de um (ou mais) seres humanos para nos proporcionar auxílio. 
  • Envio de um anjo para cuidar da situação (2 Rs 19.35). 
  • Ação direta de Deus mudando o clima, as estações, quebrantando o coração do homem, dentre outros (Entrada da rainha na presença do rei).

Estas são as principais ações de Deus para nos socorrer.

Sendo Deus, Ele pode fazer o que quiser, porém, precisamos compreender que Ele fará o que desejar e não o que quisermos.

A Bíblia é clara quanto ao tipo de oração que é respondida e é aquela onde a pessoa que pede está no Senhor e o Senhor está nela (Jo 15.7)

O Senhor NUNCA disse que sempre seríamos vitoriosos, mas disse que Ele havia vencido o mundo (Jo 16.33) e este versículo faz menção ao tipo de poder que domina o mundo, ou seja, o pecado.

Se analisarmos algumas situações vivenciadas por milhares de pessoas ao redor do mundo, pelo prisma de que Deus sempre garante a vitória,  teremos nossa fé enfraquecida, como por exemplo, uma filha de Deus que foi acometida por um terrível câncer, tendo sofrido por anos e por fim, sendo vencida por aquela terrível doença; ou de um servo fiel que fora assassinado cruelmente na porta de sua casa, em frente à sua família. Isto seria vitória?

Para compreendermos este tópico, precisamos entender que algumas situações não terão o desfecho que desejamos, simplesmente pelo fato de que não é a vontade do Senhor para nós.

No caso dos judeus que estavam na Pérsia, o Senhor desejou salvá-los e providenciou uma forma deles não morrerem, dando sabedoria ao rei para redigir um decreto dando aos judeus a permissão de se defenderem.

1.1 – Confiar ou duvidar

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De acordo com o Dicionário Vine, a palavra confiança tem os seguintes significados.

  1. pepoirhesis, cognato de peithõ, mais adiante, denota “persuasão, garantia, confiança, certeza” (2 Co 1.15: 3.4: 8.22; 10.2; Ef 3.12: Fp 3.4). 
  1. hupostasis, literalmente, “posição debaixo de” (formado de hupo. “debaixo de”, e stasis, “posição*’), “aquilo que está ou é posto debaixo de uma fundação, com eço” , por conseguinte, a qualidade da confiança que conduz alguém a estar debaixo, suportar ou empreender algo”.

O segundo sentido denota uma ideia mais aproximada do que estamos tratando neste capítulo, pois, quando confiamos no Senhor, Ele se torna a coluna que sustenta nossa vida.

Alguns dicionários nos mostram que a fé pode ter o mesmo sentido de confiança em algumas passagens, porém, ela está mais associada com a fidelidade do que com a confiança.

Fidelidade no sentido de crer no  Senhor, descansar e aguardar sua resposta.

“A fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver”. (Hb 11.1 – NTLH)

O Dicionário Vine traz os seguintes significados para a fé.

“pistis, primariamente, “persuasão firme”. convicção fundamentada no ouvir (cognato de peithõ, “persuadir”), sempre é usado no Novo Testamento acerca da “fé em Deus ou em Jesus, ou às coisas espirituais”. A palavra é usada com referência: (a) à confiança (por exemplo. Rm 3.25; 1 Co 2.5; 15.14.17; 2 Co 1.24; Gl 3.23; Fp 1.25: 2.17: 1 Ts 3.2; 2 Ts 1.3; 3.2); (b) à fidedignidade, fidelidade, lealdade (por exemplo, Mt 23.23: Rm 3.3: Gl 5.22; Tt 2.10): (c) por metonímia, ao que é crido. o conteúdo da crença, a “fé” (At 6.7: 14.22: Gl 1.23; 3.25 contraste com Gl 3.23, na letra “«”]; Gl 6.10; Fp 1.27; 1 Ts 3.10: Jd 3.20 [e talvez 2 Ts 3.2]); (d) à base para a “fé”, a garantia, a certeza (At 17.31); (é>) a um penhor de fidelidade, fé empenhada (1 Tm 5.12). Os principais elementos da “fé” em sua relação com o Deus invisível, em distinção da “fé” no homem, são ressaltados sobretudo no uso deste substantivo e do verbo correspondente, pisteuõ. Tais elementos são: (1) uma firme convicção, produzindo um pleno reconhecimento da revelação ou da verdade de Deus (por exemplo, 2 Ts 2.11,12); (2) uma entrega pessoal a Ele (Jo 1.12); (3) uma conduta inspirada por tal entrega (2 Co 5.7). Proeminência é dada a um ou outro destes elementos de acordo com o contexto. Tudo isso é posto em contraste com a convicção em seu exercício puramente natural. que consiste numa opinião mantida em boa “fé” sem a necessária referência à sua prova. O objeto da “fé” de Abraão não era a promessa de Deus (esta era a ocasião do seu exercício); a sua “fé” descansava no próprio Deus (Rm 4.17.20.21). Em Hb 10.23, ocorre o termo elpis. “esperança”. (2) Em At 6.8. os manuscritos mais autênticos têm charis, “graça”, em lugar de pistis, “fé”.

De forma simples, a fé está intimamente ligada à certeza que devemos ter no Senhor e na paz que receberemos se assim fizermos.

Por isto, o conceito de paz apresentado por Paulo está desassociado das circunstâncias, pois, independentemente do que acontecer, teremos paz.

Se juntarmos os dois conceitos; de forma prática; devemos crer no poder de Deus e confiar que ele está nos segurando, exatamente como Ester e Mardoqueu fizeram, pois eles clamaram e foram em direção ao problema.

É importante salientarmos que crer e confiar não nos exime de agir.

1.2 – Chegou a hora de Deus intervir na história

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Uma das coisas mais difíceis de compreendermos no tocante à ação de Deus é o tempo.

Isto acontece, porque somos; de uma forma geral; extremamente imediatistas, ou seja, queremos tudo para agora.

Muitos de nós não sabemos aguardar o tempo certo e, por isto, entramos em um estado de ansiedade que é prejudicial para nosso espírito, alma e corpo.

Salomão escreveu que tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu. (Ec 3.1)

Ele disse que a vida nos mostra isto através da natureza, pois, cada planta tem uma maneira própria de florescer e frutificar.

Precisamos aprender a pedir e aguardar, pois, se pedirmos com fé, estando nos propósitos de Deus, tudo acontecerá da melhor maneira, pois o Senhor não falha.

Existe um ditado incorreto que diz: “Deus tarda, mais não falha”. Deus nunca tarda e nunca falha, pois Ele é perfeito, quem erra somos nós. Nossos planos é que são falíveis, mas os de Deus não.

Ester e Mardoqueu entraram em oração e o Senhor agiu rapidamente. Eles jejuaram durante 3 dias e o Senhor deu a Ester a sabedoria necessária para ir até o rei sem ser convidada.

“Ester enviou a Mordecai a seguinte resposta: “Vá e reúna todos os judeus que estiverem em Susã, e todos vocês jejuem e orem por mim. Durante três dias não comam nem bebam nada, nem de dia nem de noite. Eu e as minhas empregadas também jejuaremos. Depois irei falar com o rei, mesmo sendo contra a lei; e, se eu tiver de morrer por causa disso, eu morrerei. ” Aí Mordecai foi e fez tudo o que Ester havia mandado”. (Et 4.15-17 – NTLH) 

Depois dos três dias de oração, Ester enfeitou-se meticulosamente e foi ao rei, que, aparentemente, estava ocupado com os assuntos do reino. Quando ele a viu, o seu coração foi tocado. Estendeu o seu cetro de ouro para ela, como prova de que a sua vida estava salva. E perguntou: “Qual é o teu pedido, rainha Ester? E te será dado”.

A primeira parte da sua oração fora respondida. A sua vida fora poupada. E Deus havia deixado entreaberta a porta da salvação para o Seu povo. Ela não tinha orado em vão por sabedoria, apesar de tudo. Sentiu que esta não era a ocasião nem o lugar próprio para o seu pedido urgente. O seu discernimento quanto a esta situação revela que era uma mulher sábia, com perfeito domínio das suas emoções, e uma pessoa que não precisava fazer decisões apressadas. Era também uma mulher que reconhecia muito naturalmente que o caminho para o coração do homem passa muitas vezes pelo estômago. Convidou o rei para uma refeição, juntamente com Hamã.

Precisamos reforçar que a situação não foi resolvida de imediato, pois ela teve que usar esta sabedoria para preparar o caminho, ou seja, o coração do rei para lhe escutar.

Vejamos que o Senhor deu a sabedoria e Ester usou tal sabedoria para criar o ambiente necessário para conversar com o rei.

Isto acontece com frequência quando algumas esposas (os) querem algo de seu conjugue, preparam o território até fazer o pedido.

1.3 – Ester delata Hamã

Evangelista Leonardo Novais de Oliveira

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