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CPAD Adultos – 1º Trimestre 2023 – 19-02-2023 – Lição 8 – O avivamento espiritual no mundo

16/02/2023

Este post é assinado por Eliel Goulart

TEXTO ÁUREO

“E mediu mais mil e era um ribeiro, que eu não podia atravessar, porque as águas eram profundas, águas que se deviam passar a nado, ribeiro pelo qual não se podia passar” – Ezequiel 47.5.

VERDADE PRÁTICA

Somente por intermédio do movimento do Espírito Santo, o mundo pode experimentar o verdadeiro avivamento espiritual.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Ezequiel 37.7-10; 47.1-5,9 

Ezequiel 37 

7 – Então, profetizei como se me deu a ordem; e houve um ruído, enquanto eu profetizava; e eis que se fez um rebuliço, e os ossos se juntaram, cada osso ao seu osso. 

8 – E olhei, e eis que vieram nervos sobre eles, e cresceu a carne, e estendeu-se a pele sobre eles por cima; mas não havia neles espírito. 

9 – E ele me disse: Profetiza ao espírito, profetiza, ó filho do homem, e dize ao espírito: Assim diz o Senhor Jeová: Vem dos quatro ventos, é espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam. 

10 – E profetizei como ele me deu ordem; então, o espírito entrou neles, e viveram e se puseram em pé, um exército grande em extremo. 

Ezequiel 47 

1 – Depois disso, me fez voltar à entrada da casa, e eis que saíam umas águas de debaixo do umbral da casa, para o oriente; porque a face da casa olhava para o oriente, e as águas vinham de baixo, desde a banda direita da casa, da banda do sul do altar. 

2 – E ele me tirou pelo caminho da porta do norte e me fez dar uma volta pelo caminho de fora, até a porta exterior, pelo caminho que olha para o oriente; e eis que corriam umas águas desde a banda direita. 

3 – Saiu aquele homem para o oriente tendo na mão um cordel de medir; e mediu mil côvados e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos tornozelos. 

4 – E mediu mais mil e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos joelhos; e mediu mais mil e me fez pssar pelas águas, águas que me davam pelos lombos. 

5 – E mediu mais mil e era um ribeiro, que eu não podia atravessar, porque as águas eram profundas, água que se deviam passar a nado, ribeiro pelo qual não se podia passar. 

9 – E será que toda criatura vivente que vier por onde quer que entrarem esses dois ribeiros viverá, e haverá muitíssimo peixe; porque lá chegarão essas águas e sararão, e viverá tudo por onde quer que entrar esse ribeiro. 

INTRODUÇÃO

A paz do Senhor!

Todos os versículos citados são da Almeida Revista e Corrigida. Quando de outra versão, a mesma é mencionada.

Nesta lição, analisaremos os avivamentos espirituais na história da Igreja, com inspiração nos capítulos 37 e 47 de Ezequiel.

I – O AVIVAMENO NO TEMPO DE EZEQUIEL

1 – Calamidade e restauração de Israel

Ezequiel 7.2b: “Vem o fim, o fim vem sobre o fim sobre os quatro cantos da terra”.

O povo de Israel não cumpriu a sua missão de testemunhar de Deus. Então, Deus avisou que dariam testemunho de outra forma: por meio dos julgamentos que sofreriam. E os juízos abrangem a todos, sem acepção. Os juízos atingem a toda a terra. Os falsos profetas daquela época amenizavam e iludiam o povo pregando ´paz, paz´, como fazem os obreiros fraudulentos e insensatos de hoje, que pregam descrevendo a paz, a prosperidade, o conforto, pregando o Evangelho da abundância, quando estamos, pela verdade do Evangelho, vivendo o ´princípio das dores´, conforme alertou o Senhor Jesus em Mateus 24.8.

“Os quatro cantos da terra” equivalem, na expressão hebraica, aos pontos cardeais – norte, sul, leste e oeste.

A repetição ´vem o fim, o fim vem´ com ênfase, significa a iminência do juízo. Neste caso aqui, o fim é o cerco de Jerusalém e fim de Israel como nação. As repetições são para dar força às denúncias contra o pecado e invocam a punição como julgamento, como castigo certo contra a idolatria.

Ora, meus amados, quaisquer que sejam os juízos de Deus, sempre o pecado da incredulidade é a mãe deles. Nós sabemos que o dia da paciência, da longanimidade, da graça de Deus está se findando. Brevemente se ouvirá o grito: “Fechou-se a porta” – Mateus 25.10. Então virá o tempo da angústia sobre quem perseverou no pecado.

2 – Um vale de ossos secos

Ezequiel 37. 7 a 10.

Israel esteve apagado dos mapas das nações. Seus filhos estiveram espalhados por toda a terra. Mas, Israel foi restaurado nacionalmente. De ´ossos secos´, recebeu vida social reorganizada. Os ´ossos espalhados´ foram reunidos. Hoje há um governo dos próprios judeus. A promessa de Deus de os colocar em sua própria terra, está cumprida. Novamente Israel assenta-se sob as videiras e os judeus se encontram entre as figueiras.

Parece-nos que esta restauração descrita nos versículos citados, ocorre em dois estágios, semelhante à criação do homem registrada em Gênesis 2.7. Primeiro, são restaurados à forma perfeita. Por segundo, recebem o fôlego de vida, e se tornam ´criaturas viventes´ como em Gênesis 1.20 e 21. Inclusive a mesma expressão é usada!

Cumpriu-se a profecia da restauração nacional de Israel em 14 de maio de 1948, quando foi proclamada a Independência do Estado de Israel e assinada às 16´ horas no salão do atual Museu da Independência.

A restauração nacional de Israel já se cumpriu. Israel existe como Estado soberano e sociedade organizada. Mas, a restauração espiritual de Israel ainda não aconteceu. Em II Coríntios 3.13 a 15, diz-se que os judeus têm um véu posto no coração, e os seus sentidos estão endurecidos, portanto, não conseguem ver a luz do Evangelho da glória de Cristo.

Hoje, portanto, estão na sepultura. Quando se converterem a Cristo, sairão dela, voltarão à vida. “E porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos porei na vossa terra, e sabereis que eu, o SENHOR, disse isso e o fiz, diz o SENHOR” – Ezequiel 37.14.

3 – O rio das águas purificadoras

Ezequiel 47.1 a 5.

As águas da visão saem de debaixo da soleira da porta do Templo, indicando que elas procedem de Deus. A vida tem origem em Deus!

O personagem que o guia é de aparência como o bronze reluzente – Ezequiel 40.3 – semelhante ao que apareceu a Daniel 10.6 onde diz-nos que os braços e pernas eram como o reflexo do bronze polido. Sugerindo força, beleza e perenidade. Geralmente, quando a Bíblia registra vara de medir, linha de medir, é para tomar posse.

Este homem, como guia do profeta, parece-nos ser o Anjo do Senhor, o Anjo da Presença.

As medidas do rio do Milênio eram assim: os primeiros 1.000 côvados, correspondem a 500 metros. E sucessivamente: segundos, terceiros e quartos outros 1.000 côvados cada, igualmente 500 metros cada.

Há, nestes versículos, transbordante aplicação devocional. Podemos assim comparar a descrição deste rio, ainda que de maneira muito resumida:

1 – À margem – quando estamos seguindo a Cristo pelo que Ele pode fazer para nós. Estar à margem é seguir os interesses estreitos da multidão. É andar por vista e não por fé. João 6.2: “E grande multidão o seguia, porque via os sinais que operava sore os enfermos”.

2 – Primeira medida – as águas pelos tornozelos. Ou seja, nós ainda queremos controlar. Lucas 10.1: “E, depois disso, designou o Senhor ainda outras setenta e mando-os adiante da sua face, de dois em dois, a todas as cidades e lugares aonde ele havia de ir”. O controle ainda é nosso pela confiança nas coisas que fazemos. Da multidão, retirou setenta. Quando eles voltaram, com legítima alegria, destacaram as coisas que eles fizeram: “os demônios se nos sujeitam”.

3 – Segunda medida – as águas davam pelos joelhos. Quando assim entramos num rio, com águas pelos joelhos, ainda que avancemos, certamente que não nos entregamos completamente ao curso das águas.  Claro que temos um nível maior de proximidade com Cristo. Observem que dos setenta o Senhor Jesus chamou a doze, que se assentaram à mesa com Ele, indicando aproximação – Mateus 26.20: “E, chegada a tarde, assentou-se à mesa com os doze”.

4 – Terceira medida – as águas davam pela cintura. Dos doze, três desfrutavam de maior aproximação e revelação com o Senhor Jesus. Águas pela cintura, ou pelos lombos, como está escrito na Corrigida, indica maior entrega e confiança. Marcos 9.2: “E, seis dias depois, Jesus tomou consigo a Pedro, a Tiago e a João, e os levou sós, em particular, a um alto monte, e transfigurou-se diante deles”. 

5 – Quarta medida – era já um rio pelo qual não se podia atravessar. Entrega da vida à direção do Espírito Santo. Confiança plena no Senhor Jesus. Intimidade e revelação. Dos três anteriores, somente João recostava-se sobre o peito do Senhor Jesus. João 21.20 registra que na ceia, o discípulo a quem Jesus amava, reclinou-se sobre o seu peito. Pedro percebeu tal intimidade e pediu para que ele perguntasse o que lhes intrigava. Jesus entregou a João, a missão de cuidar de sua mãe e, superiormente, este apóstolo foi o da revelação de Apocalipse.

II – OS GRANDES AVIVAMENTOS NO MUNDO

Pastor Eliel Goulart

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